O grave problema de despovoamento que afecta várias regiões do interior e que atribui-se à falta de iniciativa empresarial nessas mesmas localidades.
Segundo uma noticia da Lusa, para Cavaco Silva, o problema da «falta de gente» está «na escassez de iniciativa empresarial» registada nesta zona do interior do país. Enquanto não surgirem empresas no interior do país, e investimentos, será muito difícil reter os jovens e criar empregos.
Aponta-se, então, para as potencialidades do turismo; devo ainda referir o facto que «há algumas indicações positivas», como acontece com a Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) da Guarda e iniciativas empresariais em Seia,por exemplo, no entanto, existe outra potencialidade não bem explorada, que é o turismo.
Deverá então defender-se que em qualquer tipo de região, o turismo, pode ser, de facto, uma fonte de criação de riqueza e de emprego.
Destaco ainda o exemplo de Gouveia, onde está a fazer-se uma aposta cultural que pode contribuir para a atracção de mais visitantes, cidade onde inaugurou-se o primeiro museu da miniatura automóvel do país e o museu dedicado ao pintor Abel Manta. O problema das estradas já não consiste num entrave às deslocações.
Devo salientar que tenho esperança que a actual situação de despovoamento possa ser invertida com a criação de empregos na área do turismo, com o aproveitamento dos produtos locais e com a aplicação dos incentivos fiscais para as empresas, anunciados recentemente pelo Governo.
Actualemente já não é o problema das estradas, é sim, mais os incentivos à formação dos jovens, das crianças, ao aumento da taxa de natalidade e, repito, apoios para que as empresas se instalem no distritos das regiões do interior e olhem para a fronteira, não como um obstáculo, mas como uma oportunidade de penetração na Europa.
Aponta-se, então, para as potencialidades do turismo; devo ainda referir o facto que «há algumas indicações positivas», como acontece com a Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) da Guarda e iniciativas empresariais em Seia,por exemplo, no entanto, existe outra potencialidade não bem explorada, que é o turismo.
Deverá então defender-se que em qualquer tipo de região, o turismo, pode ser, de facto, uma fonte de criação de riqueza e de emprego.
Destaco ainda o exemplo de Gouveia, onde está a fazer-se uma aposta cultural que pode contribuir para a atracção de mais visitantes, cidade onde inaugurou-se o primeiro museu da miniatura automóvel do país e o museu dedicado ao pintor Abel Manta. O problema das estradas já não consiste num entrave às deslocações.
Devo salientar que tenho esperança que a actual situação de despovoamento possa ser invertida com a criação de empregos na área do turismo, com o aproveitamento dos produtos locais e com a aplicação dos incentivos fiscais para as empresas, anunciados recentemente pelo Governo.
Actualemente já não é o problema das estradas, é sim, mais os incentivos à formação dos jovens, das crianças, ao aumento da taxa de natalidade e, repito, apoios para que as empresas se instalem no distritos das regiões do interior e olhem para a fronteira, não como um obstáculo, mas como uma oportunidade de penetração na Europa.
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