sábado, 23 de fevereiro de 2008

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O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego.
É devido ao baixo nível educacional que se verifica também um aumento de desemprego um dos factores é devido ao facto de existir bastante população sem saber ler nem escrever, nos tempos mais antigos e ainda se verifica um pouco agora as crianças começavam a trabalhar muito cedo para ajudarem os pais e como os pais também não tinhas habilitações não achavam importante os filhos irem para a escola. Com uma população sem habilitações e muitos deles mesmo analfabetos como pode este país evoluir? O desemprego é mais notável a norte do país e nas mulheres devido ao encerramento de varias fabricas e industrias. Um dos factores do aumento da taxa de desemprego é o facto dos imigrantes serem cada vez mais e os locais de trabalho estão saturados, porem a falta de estudos faz com que a maioria da população n poça preencher alguns dos cargos que são desejados. Portugal sofre hoje em dia uma taxa de desemprego altíssima ate para os licenciados, cada vez mais é importante saber mais e apostar nos estudos e na educação , na minha opinião o primeiro passo seria equiparem as escolas para que o ensino seja cada vez melhor e que prepare cada vez mais os indivíduos para o mundo do trabalho.

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O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país.
Portugal esta num declínio de fecundidade pois cada vez é mais difícil e problemático ter filhos. Com a taxa de natalidade a diminuir a população portuguesa é cada vez mais idosa. Um dos principais factores que tem influenciado esta diminuição na taxa de natalidade é a falta de capital para se comprar casa, para se sustentar tudo o que implica ter um filho a educação da criança entre muitas outras coisas o facto de os jovens estudarem cada vez ate mais tarde e a dificuldade de se arranjar emprego são também causas que fazem com que os jovens de hoje em dia n tenham tantos filhos nem tão cedo. Quando falamos numa diminuição de taxa de natalidade e falamos no envelhecimento temos de ter em conta que o nosso pais fica com menos população activa e assim tudo o que se relaciona com impostos vai aumentar e tornando se a vida cada vez mais difícil. Assim os desenvolvimentos do nosso país são cada vez menores e mais complicados.

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Despovoamento do interior do país.
É no interior do país que se verifica um maior abandono de terras e uma menor taxa de natalidade o que leva a uma diminuição significativa da população no interior. Cada vez mais a população procura sair das zonas do interior e rurais para se fixar no litoral, onde os cuidados médicos são mais eficientes, há planeamento familiar, há mais emprego ou já n tem de ser trabalhos relacionados com a agricultura ou criação de animais, ou seja por existirem melhores condições de vida no litoral que o interior esta cada vez mais desprovido de população. As taxas de mortalidade são também superiores no interior fazendo com que a população existente fique mais reduzida. A maioria da população está concentrada em grande parte entre Viana do castelo e Setúbal, assim podemos ver o desequilíbrio populacional de Portugal. É cada vez mais importante e urgente facilitar a pequenas empresas terrenos, bons acessos tudo de forma a fazer com que se construam infra-estruturas que cativem a população.

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Despovoamento do interi É no or do país.
interior do país que se verifica um maior abandono de terras e uma menor taxa de natalidade o que leva a uma diminuição significativa da população no interior. Cada vez mais a população procura sair das zonas do interior e rurais para se fixar no litoral, onde os cuidados médicos são mais eficientes, há planeamento familiar, há mais emprego ou já n tem de ser trabalhos relacionados com a agricultura ou criação de animais, ou seja por existirem melhores condições de vida no litoral que o interior esta cada vez mais desprovido de população. As taxas de mortalidade são também superiores no interior fazendo com que a população existente fique mais reduzida. A maioria da população está concentrada em grande parte entre Viana do castelo e Setúbal, assim podemos ver o desequilíbrio populacional de Portugal. É cada vez mais importante e urgente facilitar a pequenas empresas terrenos, bons acessos tudo de forma a fazer com que se construam infra-estruturas que cativem a população.

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A integração de Portugal na União Europeia
Portugal pediu formalmente a sua adesão às comunidades europeias em 1977. A 12 de Junho de 1985 é assinado o Tratado de Adesão, em Lisboa, no Mosteiro dos Jerónimos. Em 2005, no mesmo dia, no mesmo local, Portugal celebrou 20 anos de pertença à União Europeia.
Esta integração para a união europeia foi talvez das atitudes melhores para o nosso pais pois a união europeia é uma comunidade onde as leis as normas e todas as regras são normalmente bem cumpridas é uma comunidade que tem como objectivo a melhoria de vida dos países nela inseridos, como a França, a Alemanha a Inglaterra e muitos outros ate porque é devido ao facto desta comunidade funcionar tão bem que cada vez mais há mais países a aderir. O facto de existir uma moeda única em comum em todos estes países facilita a comunicação as trocas e mesmo quando se viaja ou se vai a trabalho, tudo isto ajuda a um desenvolvimento e a uma divulgação do pais muito positiva por isso acho que a entrada de Portugal para a união europeia foi muito positiva e benéfica para todo o pais e população. Como curiosidade e para vermos se facto alguma da simbologia da união europeia aqui fica o significado da bandeira europeia.
A bandeira da Europa além de simbolizar a União Europeia representa também a unidade e a identidade da Europa. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade.
Assim, a bandeira manter-se-á inalterada, independentemente dos futuros alargamentos da UE.

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Baixo Nível Educacional & Desemprego

O Baixo Nível Educacional e o aumento da Taxa de Desemprego

A taxa de desemprego apresenta valores mais elevados para indivíduos pouco qualificados e com níveis de educação reduzidos, quer em Portugal, quer para os outros países menbros da União Europeia, porém, o comportamento do desemprego nos últimos anos em Portugal revela um forte crescimento também nos indivíduos com níveis de educação mais elevados.
A nível sectorial e no plano profissional persistem igualmente importantes desajustamentos, sendo que em Portugal o desemprego afecta principalmente o sector dos serviços. A fraca qualificação e o reduzido grau de escolaridade dos activos revelam-se numa das principais causas do desemprego e constitui um dos maiores problemas.
As carências de qualificação da mão-de-obra têm consequências ao nível da produtividade, que em Portugal apresenta valores afastados da média da UE.
Em termos evolutivos, o Norte foi a região que registou o maior crescimento no desemprego entre 2001 e 2003. Persistem igualmente fortes disparidades entre o litoral e o interior do país, sendo este último o mais afectado pelo fenómeno.
Igualmente importante é o facto de o desemprego afectar mais a população feminina e as camadas jovens da população, sendo este último cerca do dobro da média nacional, indiciando um desequilíbrio estrutural importante.
Em particular, podemos destacar o baixo nível de instrução e qualificação da
mão-de-obra, o fraco nível de produtividade médio face a outros países da
UE, uma estrutura industrial vulnerável baseada em baixos salários, a persistência
de assimetrias de desenvolvimento entre as várias regiões, para além
da permanência de grupos sociais com dificuldades de inserção no mercado laboral. Este conjunto de características, bem como as tendências que têm vindo a acentuar-se nos anos recentes, justificam preocupações relativamente ao futuro, tendo em conta o facto de que no quadro do último alargamento (a entrada de mais países para a União Europeia) a competição no acesso aos mercados comunitários se vai intensificar e a
localização das actividades económicas será reequacionada.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Despovoamento do Interior

O Despovoamento do Interior do País

Os contrastes económicos existentes em Portugal estiveram na origem do forte êxodo rural que se registou no país a partir da década de 60. As regiões do Interior perdem a sua população jovem, através das migrações internas e da emigração para os países da Europa, nomeadamente a França e a Alemanha, em busca de melhores condições de vida.
O Despovoamento do Interior é um dos indicadores das assimetrias regionais que persistem em Portugal, onde se verifica uma fuga da população do interior, menos desenvolvido, para os grandes centos urbanos.
A falta de iniciativa empresarial e de investimentos, a inexistência ou dificuldade de acesso a cuidados de saúde e educação, a escassez de criação de empregos que ajudem a reter/fixar os jovens, centralização dos serviços e das actividades económicas na faixa litoral são algumas das razões que levam a este despovoamento.
A diminuição da população jovem, envelhecimento da população, diminuição da natalidade, fracos investimentos, carência de infra-estruturas, degradação do património, desemprego, etc, são algumas das consequências verificadas nas regiões afectadas por este fenómeno.

Portugal apresenta actualmente baixas taxas de Crescimento Natural, sendo mesmo negativas nas regiões do Interior, onde a mortalidade é superior à natalidade, como resultado do acentuado envelhecimento da população. As taxas de Crescimento Natural apresentam valores mais elevados no Litoral, nomeadamente no Noroeste, com destaque para a região do Cávado, Ave e Tâmega.
Os Arquipélagos da Madeira e dos Açores registam uma taxa de Crescimento Natural das mais elevadas do país, devido às suas elevadas taxas de natalidade e baixas Taxas de Mortalidade, como consequência do elevado nível de população jovem.
A desertificação da população no interior de Portugal tem como consequência a escassez de pessoas qualificadas para a realização de grandes obras e de modernização nessas localidades.

o Despovoamento do interior do pais

É certo que actualmente o povoamento do pais está relacionado com a Economia (que se localiza do litoral – Litoralização), porem nem sempre se verificou isto. As pessoas moravam em grande escola em amontoados urbanos localizados, tendo recursos como água e com dimensões económicas e fisicamente viáveis, dispostas para que os agricultores e pastores segundo um padrão geográfico chegassem ao local de trabalho a pé. As vilas e principalmente as Cidades só começaram a expandir-se com o desenvolver da INDUSTRIALIZAÇÃO.
Com o Desenvolvimento muito rápido das comunicações e das infra-estruturas de transporte, bem como a mecanização na agricultura o povoamento “tradicional” foi como que esquecido.
Muitos dizem que este problema este relacionado com a falta de iniciativa empresarial. Concordo com este opinião e dou a minha! O interior de Portugal esta mal aproveitado com tantas paisagens lindas que temos e com grandes recursos floristicos e faunísticos penso que haveria muitas maneiras de se dinamizar essas zonas como já se faz em alguns sítios. Passeios turísticos, criação de escolas e hospitais com condições para satisfazer as necessidades locais, mais postos de emprego, zonas de lazer etc.
Em vez de se investir em estádios de futebol entre outras coisas que não fazem falta ao país. Se investissem na DINAMIZAÇÃO do interior era um “investimento” muito mais produtivo e melhor para o país.
O população agradecia!!

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

Actualmente, em Portugal o baixo nível educacional da população activa é um problema grave sendo um dos factores a taxa de analfebatização que as mulheres apresento com um valor muito superior ao dos homens, mas ainda assim verificando-se que existem mais mulheres com cursos superiores que o dos homens. No entanto este problema tem vindo a diminuir com a escolaridade obrigatória.
Porem o nosso país tem o nível educacional mais baixo da União Europeia e um dos factores muito importantes para a produtividade, e competitividade e o desenvolvimento económico (Escolarização da população activa) também detém valores muito baixos sendo que muitos dos trabalhadores não tem a escolaridade obrigatória.
No entanto não e só o grande analfabetismo que dita os baixos valores no nível educacional. Existindo outros factores como a iliteracia ou analfabetismo funcional.
Outro dos grandes problemas com que Portugal se deparada cada vez mais é o desemprego que condiciona as condições de vida da população. Esta instabilidade tende a aumentar devido à baixa qualificação profissional e a reduzida participação da população em acções de formação e actualização. Outra situação que agrava este cenário é o fraco investimento em investigação e desenvolvimento.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O despovoamento do interior do país

O grave problema de despovoamento que afecta várias regiões do interior e que atribui-se à falta de iniciativa empresarial nessas mesmas localidades.
Segundo uma noticia da Lusa, para Cavaco Silva, o problema da «falta de gente» está «na escassez de iniciativa empresarial» registada nesta zona do interior do país. Enquanto não surgirem empresas no interior do país, e investimentos, será muito difícil reter os jovens e criar empregos.
Aponta-se, então, para as potencialidades do turismo; devo ainda referir o facto que «há algumas indicações positivas», como acontece com a Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) da Guarda e iniciativas empresariais em Seia,por exemplo, no entanto, existe outra potencialidade não bem explorada, que é o turismo.
Deverá então defender-se que em qualquer tipo de região, o turismo, pode ser, de facto, uma fonte de criação de riqueza e de emprego.
Destaco ainda o exemplo de Gouveia, onde está a fazer-se uma aposta cultural que pode contribuir para a atracção de mais visitantes, cidade onde inaugurou-se o primeiro museu da miniatura automóvel do país e o museu dedicado ao pintor Abel Manta. O problema das estradas já não consiste num entrave às deslocações.
Devo salientar que tenho esperança que a actual situação de despovoamento possa ser invertida com a criação de empregos na área do turismo, com o aproveitamento dos produtos locais e com a aplicação dos incentivos fiscais para as empresas, anunciados recentemente pelo Governo.
Actualemente já não é o problema das estradas, é sim, mais os incentivos à formação dos jovens, das crianças, ao aumento da taxa de natalidade e, repito, apoios para que as empresas se instalem no distritos das regiões do interior e olhem para a fronteira, não como um obstáculo, mas como uma oportunidade de penetração na Europa.

Baixo nível educacional e o aumento da taxa de desmprego

Relativamente ao baixo nível educacional é possível salientar que um dos principais obstáculos ao desenvolvimento económico português, que compromete a nossa competitividade em relação aos novos países membros da União Europeia, é, sem dúvida, o baixo nível de qualificação da nossa mão-de--obra. Quando fecham fábricas de fiação ou de confecções porque não podem competir com as suas congéneres da Ásia ou do Norte de África é porque os seus níveis de produtividade são baixos. E porquê? O factor fundamental é que os níveis de capital humano são baixos, pelo que os salários que se pagam em Portugal, embora baixos pelos padrões europeus, não são competitivos com as economias emergentes. Outros factores podem ter a ver com a capacidade do empresário em modernizar a fábrica ou com o nível da tecnologia aí introduzida. No entanto a mão-de-obra qualificada é geralmente um factor complementar daqueles. Já começa a ser lugar comum que o nosso problema das últimas décadas é a baixa taxa de crescimento da produtividade. Mas o que é menos conhecido é o resultado dramático a que a OCDE chegou: a nossa taxa de crescimento foi reduzida em 1,2 pontos percentuais ao ano, por causa do baixo nível de acumulação de capital humano. E o problema continua a persistir – sendo que uma reforma estrutural só começa a produzir efeitos a médio prazo, razão pela qual devia ter sido começada ontem, e não hoje!
Por exemplo, a posição a larga distância da Europa de Leste faz-nos reflectir sobre a nossa capacidade de aumentar os salários dos trabalhadores portugueses nos próximos tempos.
O nosso sistema educacional sofre de níveis de produtividade baixíssimos. As taxas de repetição e de abandono são das mais elevadas da União Europeia. Em 2001 cerca de 45% dos jovens entre 14 e 18 anos de idade, abandonavam o sistema escolar com apenas a educação básica. A maior proporção de toda a União Europeia. É urgente a Batalha da Educação. Esta é uma batalha de gerações, e que portanto transcende partidos – é uma batalha pelo futuro de Portugal.
No que diz respeito ao aumento da taxa de desemprego em Portugal está mais que claro, a razão de tal acontecimento. Primeiro pela falta de instrução e pelo abrandamento da economia nacional.
Concluindo, ambas as situações, baixo nível educacional e o aumento da taxa de desmprego, estão ligadas entre si e uma pode influenciar a outra, como tal à que haver uma estabelização dos dois para que esteja tudo equilibrado. Apostar na Educação para que haja competitividade e consequentemente bons empregos.

O Declínio da Fecundidade e o futuro demográfico do país


O processo de declínio da fecundidade, que se iniciou na maioria dos países da Europa (incluindo Portugal), nos finais do século XIX e inícios do século XX, constituiu matéria de inúmeros debates, sucedendo-se no tempo duas visões dominantes.
Decorrente da teoria da transição demográfica, associa-se à adopção da contracepção pelas famílias à modernização sócio-económica e ao declínio da mortalidade (nomeadamente a infanto-juvenil), que teria levado a um processo de adaptação às novas circunstâncias de vida, onde as motivações individuais seriam o motor das mudanças ocorridas.
Aparece então uma nova visão em que aponta como principais factores de mudança as questões sócio-culturais, a dinâmica dos processos de difusão de informação e a importância das atitudes colectivas. Esta oposição é tão forte que a expressão transição demográfica deixa progressivamente de ser utilizada, sendo substituída pela transição da fecundidade.
As restrições à nupcialidade e as saídas populacionais foram os factores que mais contribuiram para as populações aliviarem a pressão societal e assim adiarem, ou tornarem mais lento, o declínio da fecundidade dos casais. Portanto quanto mais importantes são as migrações de saída e as restrições à nupcialidade, mais tarde, ou mais lentamente, os casais começam a adoptar a contracepção.
Entender, numa óptica demográfica, Portugal como parte de um conjunto mais amplo, significa considerar as duas principais vertentes caracterizadoras da dimensão bifacetada da realidade demográfica actual: dinâmica populacional e estrutura etária. Neste sentido, a abordagem da dinâmica global e das estruturas etárias da população portuguesa será feita em função deste enquadramento mais amplo, apreciando-se as distâncias e proximidades demográficas entre o nosso país e outros espaços.
Concluindo, se Portugal adoptar uma política Natalista conseguirá que seja diminuido o declinio da fecundidade e garantir assim um futuro demográfico equilibrado.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Declínio da Fecundidade

O Declínio da Fecundidade e o futuro demográfico do país

O período entre 1987 e 2006 caracteriza-se, resume o INE, pelo decréscimo da taxa de natalidade (o número de nados-vivos por mil habitantes desce de 12,2 para 10) e por um adiamento da maternidade, a acompanhar o declínio da fecundidade. As mulheres portuguesas têm menos filhos e mais tarde.
A descida impressionante da fecundidade está ligada a diversos factores tais como, custo elevado da habitação, precariedade de emprego, participação das mulheres no emprego, acesso a métodos contraceptivos seguros, desenvolvimento da segurança social, etc.
Em 1987, por exemplo, era nos grupos etários dos 20 ao 24 e dos 25 aos 29 anos que se verificavam os valores mais elevados das taxas de fecundidade. A partir daí, continua a análise do INE, assiste-se a uma redução da importância do grupo etário dos 20 aos 24 anos, a par com um aumento no dos 30 aos 34, e é neste último grupo que actualmente se tem registado a fecundidade mais elevada, todavia com valores abaixo dos observados no passado. Em síntese, constata-se um declínio da fecundidade em simultâneo com um adiamento da maternidade.
De 1987 a 2006, as mulheres residentes em Portugal, retardaram o nascimento de um filho em cerca de 3 anos, ou seja, em 1987 as mulheres tinham um filho numa idade média de 26,8 anos e em 2006 esta idade aumentou para os 29,9 anos.
Como consequência deste declínio o Portugal figura já entre os sete países mais envelhecidos do mundo o que, consequentemente, levará também a ausência de renovação das gerações.
Outra das causas deste declínio, para além das já referidas, são os ciclos migratórios para outras partes do país, nomeadamente para o litoral e para os centros urbanos, ou para fora de Portugal em busca de melhores condições de vida.
Perante este cenário as diferentes regiões do país vão apresentar comportamentos demográficos diferenciados, em que algumas irão registar uma população muito envelhecida e por isso o índice de renovação de gerações é muito reduzido, nomeadamente o interior, contrastando com o litoral em se verifica uma percentagem mais elvada de população jovem, ocorrendo renovação da mesma.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego
O baixo nível educacional influência muito o aumento das taxa de desemprego em Portugal, o baixo nível educacional em Portugal deve-se ao facto de ainda muita população ser analfabeta, também porque a população tinha muitos filhos e precisavam deles para trabalhar no campo.
Em Portugal muitos pais não têm uma escolaridade e também privavam os filhos de ir a escola porque se eles não puderam ir os filhos também não, pondo os filhos a trabalhar desde cedo para ajudar nas despesas da casa.
O baixo nível educacional faz com o país não modernize porque não existem ideias de inovação para mudar o rumo da situação do país. Apesar de haver actualmente uma escolaridade obrigatória o nível educacional ainda é baixo em relação aos outros países da união europeia. O baixo nível de educação da população vai fazer com que o país não evolua no tempo não havendo um desenvolvimento da economia e de outros sectores porque não existe na população pessoas que possam trabalhar nesses sectores.
Por outro lado o aumento da taxa de desemprego deve-se ao facto de em determinadas fachas etárias como nas mulheres, nos jovens nos que, nos que têm menor habilitação, a norte porque estão a fechar as fábricas e também nos licenciados que não têm emprego.
O desemprego em Portugal continua a aumentar porque existe muita indústria a fechar a ir para outros países de leste onde os salários são mais baixos, outro motivo é o facto de haver cada vez mais licenciados e não haver sítios onde os colocar a trabalhar devido ao mercado estar lotado. O desemprego também aumenta porque os jovens não querem trabalhar em áreas como os carpinteiros ou outros trabalhos que exigem mais da parte física.
Em suma o baixo nível de educação não vai modernizar o país e não vai haver evolução enquanto que o desemprego tem vindo a aumentar e não mostra melhorias de vir a diminuir.
O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país
Em Portugal cada vez é mais difícil ter filhos daí vêem consequências uma dela é o declínio da fecundidade devido á baixa taxa de natalidade do país. Com cada vez menos crianças a nascerem o futuro demográfico deste país não vai ser o melhor porque a população vai tender a envelhecer. A baixa natalidade de Portugal deve-se ao facto de os jovens não terem condições para terem os filhos, uma dessas condições e talvez a principal é a financeira porque cada vez e mais caro ter um filhos e sem apoios os jovens não vão ter filhos e se tiverem vai ser só um ou dois.
Com os jovens a casarem mais tarde e a terem os filhos mais tarde isso deve-se ao facto de os jovens querem ter um carreira profissional e adquirir estabilidade financeira para poder dar uma boa vida aos seus filhos. Por outro lado como o nosso país está cada vez mais envelhecido vai haver redução da população que pode ter filhos.
Na minha opinião o futuro demográfico de Portugal está fortemente ameaçado porque não existem políticas natalistas suficiente, e as que existem estão a ser aplicadas ao contrário, que façam inverter a situação actual do país. O governo devia fazer com que os jovens tivessem mais filhos reduzindo os impostos, baixar o preço dos infantários entre outros. A integração dos imigrantes jovens pode ser uma boa solução porque esses ainda estão na idade de ter filhos podendo assim ajudar um pouco ao crescimento da natalidade, a emigração é também um dos inimigos das taxas de natalidade porque normalmente são sempre os jovens que saem do país onde estão deixando apenas a população idosa.
Em suma Portugal devia organizar-se de modo a convencer os portugueses a ter filhos dando incentivos, para que o país sobreviva demograficamente porque senão podemos estar a assistir a uma redução drástica de população jovem e o futuro demográfico do país pode estar em risco.
A integração de Portugal na União Europeia
A integração de Portugal na União Europeia foi muito benéfica para o nosso país porque foi inserido numa comunidade onde estavam presentes os países mais ricos da Europa como é o caso da França, Alemanha, Inglaterra, entre outros. Portugal veio a beneficiar pois assim já podia ter uma livre circulação de pessoas e mercadorias em todos os países pertencentes a essa união.
A existência de uma moeda única também veio facilitar as trocas comerciais entre esses países, sendo que esta moeda na realidade não pertence a um conjunto de países, mas a um único “país” a União Europeia. Portugal com esta integração veio a beneficiar dos dinheiros que a União dá aos seus países para eles se desenvolverem criando infra-estruturas capazes, para fazer da Europa uma potência mundial, sendo que tal se encontra bem evidenciado pelo facto de em Portugal muitas das infra-estruturas que fazem parte do nosso país na actualidade terem construídas a seguir a nossa entrada na União porque sem esse investimento não seria possível a construção dessas infra-estruturas. A entrada na união veio fazer com o país respeite regras porque existe uma legislação europeia que é para respeitar por todos os países a ela pertencente. O nosso país veio a beneficiar com essas leis porque sendo o país da Europa que está mais a ocidente está mais vulnerável a certas dependências de países situados mais a leste como e o caso da Espanha que connosco forma a Península Ibérica, iria fazer com que Portugal sofresse uma redução de recursos como por exemplo a água. Sendo assim as leis vindas da União estabeleceram regras que levaram o nosso país vizinho a passar um caudal mínimo de água e senão o fizer vai ter de pagar uma coima.
A União Europeia está directamente ligada a organização dos países que a compõem porque estabelece limites a esses países e faz com eles façam parte de um todo. Na minha opinião a entrada de Portugal na União Europeia foi muito importante porque serviu para desenvolver o país a todos os níveis quer social, económico ou outros níveis, beneficiando com a entrada de capital para o seu desenvolvimento como também para o estabelecimento de regras e leis que até ai não existiam. Portugal agora não é um só país mas sim parte de um grande país chamado União Europeia.
O despovoamento do interior do país
Portugal tem uma forte diferença demográfica entre o interior e o litoral, devido ao facto da população se encontrar instalada principalmente no litoral. Esta diferença encontra-se bem evidenciada quando se fala de densidade populacional porque no litoral a densidade populacional é de 107 Hab/km2 e no interior é de 35 Hab/ km2. A população portuguesa encontra-se entre Viana do Castelo e Setúbal, estando ai presente mais de 70% da população. O despovoamento do interior é cada vez maior e isso tem de ser invertido sob pena do país ficar desequilibrado estando o litoral a sofrer uma forte pressão populacional e o interior deserto.
Existem inúmeros factores que levam a população a deixar o interior para se fixar no litoral, sendo as mais evidentes as razões sócio-económicos, pois os indivíduos vêm à procura de melhores condições de vida, emprego e melhores salários. Os jovens estão a mover-se do interior do país para o litoral ou emigram, observando-se, deste modo, uma diminuição da população jovem e por conseguinte uma diminuição da possibilidade de desenvolvimento destas regiões, assim o que se encontra são populações principalmente constituídas por pessoas idosas, sendo que o desenvolvimento e o progresso não passarão certamente por estas.
Assim, eu penso que o governo deve incentivar os jovens a fixarem-se no interior e isso pode ser feito da seguinte maneira: dando condições de vida para estes jovens criando postos de trabalho, benefícios fiscais e de outros tipos, como por exemplo investir em boas infra-estruturas, que faltam no interior do nosso país.
Aqui já foram deixadas algumas das mudanças chave que poderão contribuir para a mobilização das camadas jovens para o nosso interior, sendo que gostaria de deixar o meu optimismo face a tal situação, pois acredito que o interior do nosso país tem muitas possibilidades de desenvolvimento, contudo é preciso investir nele, fazendo-se as mudanças necessárias para o tornar mais produtivo, sendo que desta forma estaremos a contribuir para um Portugal mais equilibrado e como tal para um Portugal que possa vir a ingressar no grupo de elite dos países europeus.

A integração de Portugal na União Europeia

A integração de Portugal na U.E. veio trazer consequências tanto positivas como negativas, positivas sim, especialmente a nível do comércio pois criaram um mercado único europeu (livre-trânsito de mercadorias e a abolição de fronteiras também para as pessoas), uma moeda única (euro) e novas políticas de transportes, agrícolas e pescas que vieram a ser sector um factor muito dinamizador de Portugal pois este tornou-se um país mais rico pois registou-se uma melhor organização da administração pública portuguesa e com melhores serviços e um melhor controlo da inflação, uma maior liberdade de imprensa, maior crescimento económico devido às trocas comerciais do mercado, melhores salários, um maior acesso à educação e dinheiros comunitários para apoios, principalmente, e consequentemente melhores condições de vida.
Apesar disso existem aspectos negativos que não podemos descurar como o grande fluxo migratório observado a seguir da integração de Portugal provocando um maior desemprego pois a mão-de-obra tornou-se mais barata e Portugal agora estar mais sujeito a controlos por parte da União Europeia, especialmente em termos políticos e económico-financeiros.

O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país

A partir dos anos 60 observou-se um declínio da taxa de fecundidade/natalidade que foi provocado pela generalização do planeamento familiar e dos métodos contraceptivos, maior preocupação com o bem-estar e a saúde dos filhos, maior participação das mulheres no mercado de trabalho, precariedade do emprego, alto custo das habitações nas áreas urbanas, elevação da idade do primeiro casamento e do primeiro nascimento e um aumento do número de filhos que ocorrem fora do casamento e desde modo, Portugal que apresentava a taxa mais alta de natalidade da União Europeia, apresenta hoje em dia um valor inferior à média comunitária. Todos estes factores contribuíram para a diminuição do número de filhos por mulher e do índice sintético de fecundidade, não se assegurando o número médio de filhos que cada mulher devia ter durante toda a sua vida para que as gerações pudessem ser substituídas.
Este factor pode provocar, no futuro demográfico do país, graves problemas pois a diminuição da população jovem total significa que se vai ter menos activos, a pressão sobre os futuros activos será maior, aumentando os impostos e os descontos para a Segurança Social.

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

Uma das características de Portugal é o seu baixo nível educacional (instrução e qualificação) que provoca uma impossibilidade de modernização do país. Apesar de se registar uma diminuição da taxa de analfabetismo, esta falta de instrução e qualificação afectam a produtividade no trabalho e retira a competitividade. O baixo nível educacional faz com que os mais afectados sejam as mulheres e os jovens pois, ou tem menor formação, ou os que tem não conseguem arranjar trabalho, ou então os que trabalham é em trabalhos precários e sem iniciativas de futuro

sábado, 16 de fevereiro de 2008

UE

Vantagens e Incovenientes de ser membro da União Europeia

Com o processo de adesão às comunidades europeias, Portugal viu-se obrigado a realizar um conjunto de reformas aos mais diversos níveis a fim de corresponder a um conjunto de padrões de exigência fundamentais para poder integrar o grupo de Estados Membros, reformas estas que visavam contribuir para a melhor organização da administração pública portuguesa, melhores serviços, maior liberdade de imprensa, maior crescimento económico, melhores salários, maior acesso à educação, entre outros. Só por si, o processo e critérios de adesão são um estímulo determinante para o desenvolvimento de qualquer país candidato, visto serem obrigados a desenvolver um conjunto de reformas num curto espaço de tempo, que se não fosse a exigência para a sua adesão à UE, levariam normalmente bem mais tempo a realizar.

O estado de evolução que a União Europeia atingiu, (livre circulação de pessoas, bens e serviços, moeda única, pauta aduaneira comum, mercado de livre concorrência), levou ao aumento do comércio interno e ao aumento da concorrência e da produtividade das empresas, mas também a cada vez maiores exigências ambientais e ao desenvolvimento de energias alternativas, ao maior controlo da qualidade e certificação dos produtos, à melhoria e modernização dos serviços, ao aumento do investimento em ciência e investigação, ao desenvolvimento da cooperação policial e judiciária e ao combate à fraude, entre outros. O saldo global apresenta evidentes benefícios para os consumidores e o aumento generalizado da qualidade de vida dos europeus em geral e dos portugueses em particular.

Porque os Estados Membros têm diferentes níveis de desenvolvimento foram criados os Fundos Estruturais e particularmente o Fundo de Coesão com o objectivo de ajudar os países menos desenvolvidos a atingir os níveis médios de desenvolvimento da UE. Portugal tem sido um dos principais beneficiários destes fundos, a par da Espanha, Grécia e Irlanda. A economia portuguesa beneficiou do Plano Especial de Desenvolvimento da Indústria Portuguesa, conhecido como PEDIP, que permitiu realizar grandes investimentos na modernização da indústria portuguesa e assim aumentar a sua capacidade de resposta numa Europa de livre concorrência. Os Fundos Estruturais, entre outros investimentos, permitiram modernizar as infra-estruturas no nosso país com principal destaque para a rede rodoviária, que veio encurtar distâncias aumentando a mobilidade e as trocas comerciais.

A adopção da moeda única trouxe diversas vantagens ao nível do aumento das transacções, do equilíbrio das taxas de juros e da facilidade de compreensão de valores, mas retirou a cada um dos Estados Membros um importante instrumento macro-económico que era o poder de decisão sobre a valorização e desvalorização da sua moeda que permitia aumentar pontualmente a competitividade dos seus produtos no mercado externo, com vista ao equilíbrio da sua balança comercial e com os evidentes ganhos ao nível do seu crescimento económico.
Devido a alguns factores como o atraso tecnológico e as características geográficas do nosso país, bem como devido a uma Política Agrícola Comum que em nada beneficia Portugal, fomos bastante prejudicados em sectores como a Agricultura e as Pescas, pois devido a uma superprodução de alguns países membros foram estabelecidas quotas para evitar desperdícios e a baixa dos preços e no caso específico das pescas para permitir o repovoamento das espécies. Visto em ambos os sectores termos custos de produção superiores à media comunitária Portugal perdeu claramente competitividade no mercado comum.

Ao estar integrado numa União de 27 Estados Membros, Portugal partilha o seu poder de decisão com os outros Estados Membros em diversas matérias. Por outro lado, por força da participação destes mesmos Estados e pela complexidade dos temas em análise a nível da União Europeia, foram criados mecanismos complexos de decisão. Com a multiplicação dos centros de decisão política, criou-se de certa forma uma distância entre os temas comunitários e o interesse dos cidadãos europeus. Essa distância manifesta-se nomeadamente através das elevadas taxas de abstenção nas eleições europeias com a consequente desresponsabilização democrática. A falta de participação dos cidadãos e a maior distância entre estes e os centros de decisão são aspectos negativos que devemos assinalar e que temos a obrigação de tentar colmatar.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O despovoamento do interior do país

As taxas de crescimento natural apresentam valores mais elevados no Litoral, nomeadamente no Noroeste, com destaque para a região do Cávado, Ave e Tâmega, Os Arquipélagos da Madeira e dos Açores registam uma taxa de crescimento natural das mais elevadas do país, devido às suas elevadas taxas de natalidade e baixas taxas de mortalidade. Os contrastes económicos existentes em Portugal estiveram na origem do forte êxodo rural que se registou no nosso país a partir da década de 60. As regiões do Interior perdem a sua população jovem, através das migrações internas e da emigração para os países da Europa. Portugal apresenta actualmente baixas taxas de crescimento natural , sendo mesmo negativas nas regiões do Interior, onde a mortalidade é superior à natalidade, como resultado do acentuado envelhecimento da população. O despovoamento do Interior é um dos indicadores das assimetrias regionais que persistem no nosso país. São várias as consequências para as regiões afectadas por este fenómeno: diminuição da população jovem; envelhecimento da população; fracos investimentos; carência de infra-estruturas; degradação do património, desemprego.

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

O baixo nível educacional é um problema característico da população portuguesa, que detém o mais baixo da União Europeia. O nível de instrução e qualificação profissional da população portuguesa é baixo, quando comparado com os restantes países comunitários, o que constitui um sério obstáculo para a execução de qualquer estratégia visando a modernização do país.A escolarização da população activa, um factor fundamental para a produtividade, a competitividade da economia e o desenvolvimento do país, apresenta um panorama desolador. Aproximadamente 2/3 dos trabalhadores não têm a escolaridade obrigatória. Apenas as regiões de Lisboa e do Algarve de posicionam acima da média nacional, que não vai mais além dos 34,6%. É também nestas regiões que a concentração de quadros superiores e especialistas é mais elevada. O baixo índice de instrução dos trabalhadores constitui um dos factores que mais afectam a produtividade no trabalho. Investir na educação é minimizar as desigualdades sociais e aumentar a produtividade, ou seja, é investir no desenvolvimento do país a médio e longo prazo.O desemprego tem vindo a aumentar em Portugal. É mais elevado nas mulheres do que nos homens e afecta sobretudo a população com mais de 45 anos que possuía menos de 9 anos de escolaridade. Há também um aumento da taxa de desemprego entre os licenciados. Estas baixas taxas de desemprego escondem, por vezes, situações de precariedade, associadas às más condições de trabalho e aos baixos salários, que geram situações de grande instabilidade. A instabilidade do emprego tende a crescer e a afectar cada vez mais todos os estratos da população portuguesa devido à sua baixa qualificação profissional e a sua reduzida participação em acções de formação e actualização.

O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país:

Desde o início dos anos 1960, o debate sobre crescimento populacional transitou da preocupação quase exclusiva com a “ameaça” ao desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo representada pelo aumento explosivo e descontrolado de suas populações, nas décadas de 1960 e 1970, para um cenário de estabilização do crescimento populacional, ou mesmo decrescimento. A mudança do contexto demográfico global, desde então, está implícita na queda das Taxas de Fecundidade Total (TFT), que se aproximam cada vez mais, ou já estão abaixo, do nível de reposição – 2,1 filhos por mulher necessários para que cada geração se reponha em sua totalidade em boa parte do planeta.
Neste período, evolui-se de uma perspectiva agregada de controlo da natalidade, centrada na limitação do número de filhos pela mulher, através da disseminação do uso de métodos contraceptivos, para uma abordagem inclusiva que incorpora saúde e direitos reprodutivos e sexuais de forma integrada, co-responsabilidade e igualdade de direitos entre mulheres e homens e o direito dos cidadãos e dever dos governos em fornecer as informações necessárias e os meios para uma vida reprodutiva e sexual segura e satisfatória.
O direito de escolha sobre quantos filhos ter e quando tê-los, assim como o direito de acesso aos meios para a implementação desta escolha, passa a ser, desta forma, um, entre vários, dos componentes necessários para uma vida reprodutiva saudável e segura. Um dos principais problemas demográficos com que Portugal (e mesmo os outros países da Europa, no geral) se debate é o declínio da fecundidade, que tem ocorrido nos últimos quarenta anos. O índice sintético de fecundidade passou de 3,2, na década de 50, para 1,4 em 2001! Foi um decréscimo muito significativo e fez com que Portugal não conseguisse assegurar a renovação de gerações. Penso que os factores que mais contribuíram para este declínio da fecundidade em Portugal foram a entrada da mulher no mercado de trabalho (o que fez com que este adiasse ou que excluísse a maternidade dos seus objectivos de vida), a difusão dos métodos contraceptivos, o planeamento familiar e os casamentos tardios.Com o decréscimo da fecundidade, Portugal enfrenta vários problemas, como a redução da população jovem, que significa também a diminuição da população activa, aumentando a pressão sobre os futuros activos.

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

No nosso país pode-se verificar um aumento vertiginoso no desemprego sendo este facto associado ao baixo nível educacional e ao abandono escolar mas nos dias de hoje pode-se observar também uma elevada taxa de desemprego em pessoas licenciadas e daí se pode concluir a taxa de desemprego não depende somente do nível educacional, este facto é causado principalmente devido ao grande afluente de emigrantes que se empregam no nosso país com menos remuneração, e outro facto é a falta de incentivos por parte do estado.

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

No nosso país pode-se verificar um aumento vertiginoso no desemprego sendo este facto associado ao baixo nível educacional e ao abandono escolar mas nos dias de hoje pode-se observar também uma elevada taxa de desemprego em pessoas licenciadas e daí se pode concluir a taxa de desemprego não depende somente do nível educacional, este facto é causado principalmente devido ao grande afluente de emigrantes que se empregam no nosso país com menos remuneração, e outro facto é a falta de incentivos por parte do estado.

O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país

O declínio da fecundidade faz com que a população tende a envelhecer cada vez mais, fazendo com que a renovação de gerações seja fraca, ou seja, que diminua, consequentemente a população jovem vai diminuir. Portugal já tem um país com um grande índice de envelhecimento e se não houver uma boa manutenção de equipamentos como hospitais e outros serviços o índice de envelhecimento da população portuguesa tende a aumentar cada vez mais

O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país:

Podemos verificar um grande declínio da fecundidade e daí se pode antever um futuro pouco “brilhante” para o nosso país, ao diminuir a fecundidade diminui a natalidade logo diminui a taxa de adultos activos e a população envelhece a um ritmo alucinante sendo desvantajoso e dramatizante para o futuro do país. Assim teremos um futuro pouco luminoso e envelhecido.

A integração de Portugal na União Europeia

Penso que a entrada de Portugal na União Europeia foi uma viragem marcante para o país na medida em que trouxe muitas vantagens a nível do comércio, passando a haver o mercado único europeu (ou seja uma união aduaneira), passou a haver uma moeda única (o euro) e políticas agrícola, de pescas, comercial e de transportes comuns que foram importantes no desenvolvimento de Portugal. Houve também uma maior circulação de pessoas para o interior como para o exterior do país o que fez com que Portugal torna-se um país mais rico. O facto de se utilizar as mesmas notas e moedas em todos os países da União Europeia facilita a vida de todos os cidadãos na medida em que quando queremos viajar não e preciso cambiar a moeda. Outra das vantagens da adesão de Portugal foi o controlo da inflação. A adesão trouxe mais oportunidade para as pessoas poderem recorrer ao crédito e assim conseguirem melhores condições de vida. Porém na minha opinião esta adesão teve os seus aspectos negativos como um grande fluxo migratório que trouxe mão-de-obra barata e que cria um maior desemprego. O facto de Portugal ser um pais bastante atrasado em relação ao resto da Europa traz-nos mais dificuldades tanto a nível económico como em outros campos.

A integração de Portugal na união europeia

A integração de Portugal na união europeia trouxe várias vantagens ao nosso país sendo que algumas dessas vantagens é o facto de haver livre-trânsito de mercadorias e a abolição de fronteiras também para as pessoas. Um dos constrangimentos que podemos referir é o facto de estarmos mais sujeitos a um maior controlo por parte das instituições da comunidade por exemplo em termos económicos ou de legislação.
A nível das reformas a integração de Portugal na união europeia visaram a contribuir para uma melhor organização da administração pública portuguesa com melhores serviços, maior liberdade de imprensa, maior crescimento económico (devido às trocas comerciais do mercado), melhores salários, maior acesso à educação, dinheiros comunitários para apoios entre outros e por fim mas não menos importante a adesão à moeda única.

A integração de Portugal na União Europeia:

Na minha opinião a integração de Portugal na união europeia teve várias vantagens e desvantagens, foi vantajoso devido ao facto das leis comunitárias mais eficazes a nível ambiental do trabalho ect. Mas essas leis que visam o crescimento sustentável fizeram diminuir o crescimento económico do país também foi benéfico para as negociações com outros países como Espanha pois começamos a negociar de igual para igual, no caso da gestão da água por exemplo.A união europeia espera de Portugal um desenvolvimento dos recursos florísticos e faunísticos pois a Europa é pobre nesses recursos devido á sua grande actividade industrial.Para Portugal também foi benéfico devido aos apoios comunitários para o desenvolvimento dos factores primário, secundário e terciário, houve também fluxo de pessoas e empresas entre os países que veio a melhorar as relações comerciais do país, a moeda única veio ajudar as trocas comerciais e os câmbios, mas essa globalização de mercado teve inconvenientes pois a introdução de produtos de outra origem em Portugal mais baratos fez com que os produtores portugueses perdessem competitividade.

A integração de Portugal na U.E

A integração de Portugal na União Europeia teve essencialmente um papel relevante no que toca ao livre-trânsito de mercadorias e a abolição de fronteiras também para as pessoas. No entanto também existem constrangimentos pois o facto de estarmos sujeitos a um maior controlo por parte das instituições da comunidade como por exemplo, em termos económicos ou de legislação.
Ao aderir à União Europeia, Portugal assumiu uma série de compromissos que se traduzem nas desvantagens dessa mesma adesão como estar dependentes das ordens provenientes da U.E para a realização de determinadas actividades, o uso de determinadas substâncias e a própria gestão do país, o livre-trânsito dentro do território europeu, redução do défice e o controlo a nível de gastos por parte da União Europeia.
Por outro lado existem muitas vantagens em pertencer a União Europeia salientando-se a melhor e maior organização, melhores serviços, maior liberdade de imprensa, maior/melhor crescimento económico, maior acesso à educação, dinheiros comunitários, maior segurança e paz na Europa, novas oportunidades às empresas, todas elas contribuindo para um aumento da qualidade de vida.

O despovoamento do interior do país

O despovoamento do país deve-se ao facto de se constatar uma maior concentração da população no litoral (litoralização) havendo uma maior densificação nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto (bipolarização).
Desta crescente litoralização resulta o emprego nas indústrias, comerçios e serviços, natalidade elevada pela percentagem de jovens, concentração de escolas e hospitais, equipamentos sociais e culurais, concentraçao de centros de consumo e actividade financeira, elevada densidade de vias de comunicação e ausencia de cidades médias no interior que leva a uma melhor qualidade de vida e os individuos preferirem morar nestas zonas.
Esta crescente litoralização provoca a desertificação do país no interior que tem como consequencias o fraco investimento do interior que leva a uma diminuição da população jovem, redução da população activa, isolamento dos idosos e o abandono das terras cultiváveis.
Para se revitalizar a região do interior e desconcentrar o litoral umas das possíveis soluções seriam a valorização dos recursos endógenos e do patrimóniode modo a atrais novos habitantes, modernizar as actividades económicas, particularmente dos serviços, melhorar as acessibilidades e a rede de telecomunicações, desenvolver as redes de saneamento básico e infras-estruturas de apoio à actividade empresarial e a construção de equipamentos sociais modernos de apoio à população.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

O despovoamento do interior do país

O despovoamento do Interior do País deve-se ao facto da população se polarisar nas zona do litoral do país. A população desloca-se para o litoral porque é no litoral que á melhores infra-estruturas, melhores serviços, e melhores empregos, logo as pessoas vão-se deslocar mais para as regiões do litoral deixando o interior fazendo com que haja como se fosse um deserto do saara no interior do nosso país.

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desmprego deve-se á falta de formação e incentivos por parte do governo e se as pessoas não forem qualificadas para certos empregos vão ser despedidos, logo a taxa de desemprego vai aumentar cada vez mais.

O declinio da fecundidade e o futuro demográfico do país

Com o declinio da fecundidade a população vai envelhecer cada vez mais e não vai haver a renovação das gerações e com isto a população jovem diminui , logo o futuro demográfico do nosso país vai ser cada vez mais envelhecido e se não houver manutenção dos hospitais e outros serviços daqui a alguns anos a população portuguesa vai extinguir-se ou então as pessoas vão todas a andar de bengala.

A integração de Portugal na União Europeia

A integração de Portugal na União Europeia foi uma “lufada de ar fresco”, ou seja, veio dinamizar as trocas comerciais e veio dinamizar a entrada e saída de pessoas de outros paises sem burocracias. As exportações e importações engrandeceram a economia portuguesa. Mas a entrada de Portugal também trouce alguns inconvenientes como o atraso em relação aos outros países da União Europeia, houve também os grandes fluxos de emigração que vão fazer com que haja mais emigrantes nos postos de trabalho que deveriam ser dos habitantes de cada país.