sábado, 15 de março de 2008

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

O turismo terá um papel importante no desenvolvimento e dinamização das áreas rurais, uma vez que contribui para a modernização destas áreas de forma a agradar à massa turística que as visitará. As áreas rurais são normalmente alvo de turismo rural porque na maior parte dos casos as aldeias e vilas existentes não sofreram uma modificação profunda como a que foi levada a cabo nas cidades.
Os turistas procuram o turismo rural, pois é uma forma de estarem mais perto da natureza e desfrutar dos prazer que ela lhes oferece, sendo que estas áreas são nitidamente mais procuradas por turistas citadinos que procuram desfrutar daquilo que não existe nos seus países, deste modo compreende-se que é esta ruralidade que os cativa.
Com o desenvolvimento do turismo temos que promover o desenvolvimento de hotéis, estradas, sendo que tal promoverá a criação de mais postos de trabalho, assim, o turismo contribuirá para o desenvolvimento de uma área do nosso país que está em dificuldades e onde há cada vez menos habitantes, logo ao dinamizarmos essas mesmas áreas devido consegue-se a fixação das populações, porque lhes estamos a proporcionar postos de trabalho e melhores condições de vida.
Em suma a dinamização do turismo rural permite a evolução de certas áreas menos desenvolvidas, permitindo também a evolução da economia o que condiciona uma rentabilização deste tipo de áreas, por conseguinte o turismo deve também constituir uma das apostas de futuro, sendo que Portugal pode desenvolver cidades e concelhos menos sofisticados promovendo-se assim a formação de um país mais equilibrado a todos os níveis.

O futuro da agricultura portuguesa

As grandes propostas de futuro para o nosso país resumem-se a um investimento na agricultura biológica, na floresta, nos frutos tropicais e nas flores que têm capacidade de desenvolvimento em Portugal, deste modo há que reunir esforços para promover o desenvolvimento destas áreas de forma a tornar a nossa agricultura mais competitiva. Para além destes investimentos num futuro próximo há que promover a modernização da agricultura através da utilização de máquinas, que nos proporcionará um maior rendimento dos terrenos e das explorações agrícolas.
Por outro lado, devemos apostar na especialização cultural que potencia o sector agrícola, sendo que o uso do solo significa também a simplificação das unidades de produção, com o abandono da preocupação exagerada da policultura e o aumento do grau de especialização produtiva, pelo menos nas médias e grandes explorações. Esta forma de agricultura proporciona o aumento dos rendimentos e da produtividade, com a consequente redução dos custos de produção, pois tal exige uma menor diversidade de equipamentos e se simplificam as operações culturais.
Em Portugal devemos também pensar numa outra área de futuro que passa pela introdução de novas culturas que não existam no nosso continente, na medida em que são as culturas de maior aceitação nos mercados internacionais e de maior procura no mercado nacional, sendo que o país dispõe das condições ambientais óptimas para o desenvolvimento destas novas culturas. São exemplos destas novas culturas o kiwi, o espargo, a banana, a papaia, a goiaba, o abacate e o maracujá, sendo que existem zonas do país nas quais cada uma destas culturas se pode desenvolver da melhor forma.
A organização da agricultura portuguesa passa pelo empenho e cooperação do associativismo e das cooperativas, uma vez que são uma forma de potenciar o sector agrícola devido a ter uma organização económica destinada a conseguir, por meio da colaboração e do esforço comum dos seus membros, maiores vantagens económicas do que aquelas que se obteriam actuando isoladamente. Assim, o papel das cooperativas contribui e muito para o desenvolvimento da agricultura e consequente modernização.
O desenvolvimento do sector florestal pode ser o grande investimento nos próximos anos porque é fortemente apoiado pela União Europeia, quer a nível de maquinaria, quer a nível de dinheiro que irão colocar à disposição do país. A União Europeia apoia a plantação de floresta em solos pobres porque assim contribui-se para a manutenção da agricultura e por conseguinte para a redução dos excedentes agrícolas, sendo que tal é um dos objectivos anunciados pela União Europeia.
Portugal tem 3.2 milhões de hectares de floresta sendo que ainda tem condições quer geográficas, quer climáticas para crescer até aos 5 milhões de hectares por isso eu penso que devemos apostar na florestação em Portugal, porém existe uma desvantagem que pode ser determinante neste processo que se relaciona com o tempo que a floresta demora a crescer.
A agricultura biológica também pode ser uma grande fonte de investimento tendo inúmeras vantagens, mas também algumas desvantagens. Esta agricultura é um método de produção agrícola que exclui totalmente a utilização de fertilizantes e pesticidas químicos. Deste modo, temos como vantagens o facto de obtermos alimentos com elevada qualidade nutritiva, o melhoramento e conservação da fertilidade dos solos e a eliminação de todas as formas de poluição agrícola. Contudo, existem dificuldades de implementação da agricultura biológica que resultam do elevado nível de conhecimentos que os produtores necessitam de ter e sobretudo do baixo rendimento agrícola que torna estes produtos excessivamente caros. Concluindo, o futuro da agricultura esta dependente dos jovens que queiram apostar nela e da introdução de máquinas que permitem o desenvolvimento e uma maior produtividade dos terrenos agrícolas.

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

A adesão de Portugal à U.E a nível agrícola foi catastrófica, uma vez que a entrada do nosso país foi marcada pela renovação da política agrícola comum. Quando Portugal entrou para a U.E esta já era excedente a nível de produtos agrícolas, não querendo produzir mais e pagavam para produzir e para armazenar, portanto a entrada foi desvantajosa para a nossa agricultura pois esta ficou desde logo limitada devido ao facto de já existir um excesso de produtos, não se podendo desta forma produzir mais, assim o desenvolvimento agrícola ficou precocemente comprometido.
A agricultura portuguesa está em recessão devido às medidas impostas pela nova PAC que faz com que Portugal não se desenvolva a nível agrícola. Os outros países da U.E. têm uma mentalidade para o progresso da sua agricultura, logo esta é bem mais desenvolvida e como tal as cotas de mercado destes países são elevadas, contribuindo para a formação de excedentes agrícolas. Os incentivos comunitários para o desenvolvimento da agricultura não foram aplicados para esse fim o que leva a que não haja um desenvolvimento da agricultura portuguesa, fazendo com que esta não seja significante nas contas de produtos da união europeia. Portugal ficou limitado na sua produção agrícola devido às cotas impostas pela U.E e quando não se cumpre essas cotas elas são passadas para outros países que produzam mais e produtos mais diversificados.
Em suma, a adesão de Portugal à U.E não foi benéfica, na medida em que entramos na união numa altura em que se reuniam esforços para promover a diminuição dos excedentes, sendo que tal veio contra aos interesses nacionais que visavam o aumento da produção. Assim, se a nossa agricultura era pobre e fraca ficou-o ainda mais, sendo que a entrada de Portugal na U.E. veio contribuir com um grande passo atrás no que diz respeito ao nosso desenvolvimento agrícola.

As fragilidades da agricultura portuguesa

As fragilidades da agricultura portuguesa

A agricultura portuguesa é uma das menos desenvolvidas da U.E, apresentando muitas fragilidades que impedem o seu desenvolvimento. Uma dessas fragilidades está relacionada com o tipo de sistemas de produção agrícola existentes, que em Portugal são minifúndios e latifúndios. Com um elevado número de minifúndios a nossa agricultura não desenvolve, pois não se consegue utilizar máquinas para trabalhar o solo e por conseguinte para promover a sua rentabilização. A dimensão e estrutura das explorações agrícolas são pequenas comparativamente a outras dos diferentes países da U.E que apresentam uma dimensão média de 8.1 ha. Assim, as minúsculas explorações e o pequeno número de latifúndios condicionam e muito o desenvolvimento da agricultura.
Para além das fragilidades apontadas anteriormente existem outras, sendo que do meu ponto de vista a maior está relacionada com o nível de instrução e os conhecimentos que os agricultores têm actualmente, na medida em que esta é a mais limitativa de todos, na medida em que a ausência de ideias inovadoras a agricultura fica condicionada e menos competitiva.
É certo que as fragilidades são imensas, porém cabe ao governo fazer algo que possa contrariar as evidências da triste condição em que se encontra a actual agricultura Portuguesa, assim o governo deve actuar de forma a promover uma maior quantidade de incentivos para que a agricultura ganhe novo fôlego e novo impulso para que Portugal não perca cota de mercado para outros países da U.E.
Em suma, penso que o nosso país tem muitas potencialidades para desenvolver outro tipo de agricultura, uma vez que dispomos de um clima favorável para a plantação de outro tipo de culturas que não as tradicionais, penso também que o governo devia formar agricultores modernos para desenvolver a agricultura, na medida em que o país é um dos principais ganhadores, pois quanto mais produtos o nosso país exportar maior vai ser o PIB, e com uma agricultura auto-suficiente para o país só se têm vantagens porque não ficamos a depender de outros países. Assim, para tornar a nossa agricultura portuguesa competitiva é necessário erradicar todas as fragilidades actualmente existentes, pois só desta forma conseguiremos tornar o nosso país mais forte em termos de exportação e consequentemente em termos económicos.

o futuro da agricultura portuguesa

Penso que o futuro da agricultura portuguesa e um assunto importante que pode influenciar todo o pais.
Cada vez são menos as pessoas que trabalham na agricultura, pois hoje em dia é uma actividade pouco lucrativa com baixos rendimentos e também um mau aproveitamento dos solos férteis. Ouve também um abandono das terras e um dos factores principais para a agricultura não ser uma actividade que de lucro é o facto de a maior parte da população que trabalha os campos serem idosos.
Nós temos uma dependência muito grande do estrangeiro a nível agrícola, o que a torna cada vez mais numa actividade pobre de baixo rendimentos e baixa produtividade.
Acima de tudo devem ser criadas medidas de mudança que promovam o desenvolvimento e uma agricultura mais moderna, mais rentável e produtiva, por exemplo criando terrenos agrícolas de grande dimensão, com solos férteis que permitam mecanização em vez de mão humana, em que em conjunto com os factores naturais se pratique uma boa agricultura.
Dar instrução qualificada a todos os agricultores, substituir a agricultura tradicional por uma moderna, resolvendo e fazendo acordos para um futuro melhor da agricultura e do pais são as medidas principais que se devem tomar para o MELHOR FUTURO AGRICULA.

Turismo

O Papel do Turismo na Dinamização das Áreas Rurais

O Turismo é encarado como sendo um factor dinamizador das zonas rurais porque é uma actividade económica e como tal ajuda a fixar população nestas zonas, fornecendo-lhes emprego e outro tipo de actividades que daí podem adivr.

O Turismo ecológico com actividades de lazer, pesca e caça realizadas de forma sustentável, e desportos realizados na natureza é uma forma de reabilitação paisagística destas áreas e de promover a integração de pessoas de variadas proveniências e faixas etárias, e com essas actividades torna-se necessário o surgimento de instituições tais como escolas/universidades, hospitais, serviços, entre outras, dinamizando assim as zonas rurais.

O emprego e os rendimentos resultantes do desenvolvimento turístico são em muitos casos indispensáveis à manutenção da população indispensável às actividades de conservação do ambiente e dos Recursos Naturais, bem como do fomento da Exploração Florestal, Pecuária e Agrícola.

O Futuro

O Futuro da Agricultura Portuguesa

Este é um assunto devereas importante e incerto.
O futuro da Agricultura Portuguesa está dependente de variados factores e corre sérios riscos. É necessário tomar medidas urgentes e efcicientes, caso contrário este Futuro estará posto em causa.
A agricultura portuguesa vive actualmente períodos de muitas incertezas e de profundo desânimo que precisa ser ultrapassado. Para este facto contribuiu muito a entrada (tardia) de Portugal para a União Europeia, que passa a cumprir, tal como os outros Menbros, cotas incrementadas pela Comunidade.

A medida que o tempo passa são cada vez menos as pessoas que trabalham no sector agrícola devido essescialmente ao êxodo rural (a população abandona o Interior e concentra-se no Litoral), a emigração (interna e externa) e o abandono das terras limitando-se este trabalho essescialmente a população idosa nas zonas rurais.

Em Portugal a agricultura é encarada como sendo uma actividade de pobres e empobrecedora, pois os rendimentos e a produtividade são demasiados baixos, não sendo a agricultura uma actividade rentável. Para inverter esta situação a agricultura tem de ser encarada como qualquer outra actividade ecnómica, é necessário haver iniciativa das pessoas (jovens) com formação e dispostas a trabalhar e a investir na actividade. É preciso manter a qualidade de produção adaptando as culturas agrícolas ao tipo de solo, cultivar produtos com grande aceitação nos mercados externos (como por exemplo o espargo, o kiwi, a banana, a papaia, a goiaba, o abacate, o maracujá, entre outros), produzir de modo a tornar-se auto-suficientes (diminuindo a dependencia em relação ao exterior) e investir também no sector florestal que pode e deve ser uma alternativa aos agricultores portugueses. O Governo tem também de entrar nesta causa ocupando a sua posição, aplicando políticas agrícolas e investindo na área.

Devem ser criadas as condições favoráveis ao desenvolvimento de uma Agricultura Moderna e rentável, como criar terrenos agrícolas de grandes dimensões (Latifúndios, possibilitando a mecanização) situados em solos aráveis, em que os factores naturais (clima, precipitação, solos e relevo) são acessíveis.

Para que a agricultura se torne numa actividade economicamente viável deve-se, entre outras coisas, substituir a Agricultura Tradicional pela Moderna, recorrer a especialização cultural, torná-la numa organização comercial eficiente (atenta aos problemas de preços, de acondicionamento dos produtos e do seu rápido transporte) e optar em produtos muito procurados/consumidos (interna e externamente).
Por todas as razões enumeradas o Futuro da Agricultura Portuguesa depende não só da população rural mas também do contributo de pessoas e fora destas zonas, dispostas a investir na área.

sexta-feira, 14 de março de 2008

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

Quando Portugal aderiu á Comunidade Europeia, foi automaticamente obrigado a aderir também á PAC (Politica Agrícola Comum). Este factor fez com que houvesse grandes alterações tanto a nível social como económico na nossa agricultura.
Isto só sucedeu devido á implementação da politica de preços de mercado e do elevado montante de fundos estruturais que foram disponibilizados para apoiar a modernização agrícola através de investimentos públicos e privados que foram destinados a fazer os ajustamentos estruturais dos processos de produção e comercialização de produtos.
Na altura em que Portugal aderiu a CE a agricultura portuguesa era fraca em todos os sentidos o que fez com que beneficiasse-mos bastantes com esta politica.

As fragilidades da agricultura Portuguesa.

As Fragilidades da Agricultura Portuguesa


A nossa agricultura em termos de produtividade tem um rendimento muito baixo, e isto deve-se ao facto de no norte do pais haver um predomínio de minifúndios (propriedades de pequena dimensão) em que existe um sistemas Intensivo de produção e este destina-se a ao próprio consumo e não para o mercado. Porem isto constitui um entrave ao desenvolvimento pois os solos são férteis e são mal aproveitados.
Os Minifúndios localizam-se onde predominam, preferencialmente, as urbanizações e a indústria, impossibilitando assim a prática agrícola rentável com o uso de máquinas. É também onde se verifica precipitação mais abundante, relevo mais acidentado e maior aglomerado populacional.
A população agrícola portuguesa também constitui um entrave para mesma na medida em que é uma população duplamente envelhecida sem instrução, analfabeta, e sem conhecimentos muito elevados sobre agricultura., pois plantam aquilo que os seus antepassados já cultivavam.
Outro factor muito importante é que é uma agricultura tradicional e por isso não há máquinas mas sim mão humana o que é muito pouco rentável.
O decréscimo da população activa agrícola, o abandono da agricultura devido à emigração e ao êxodo rural e a recusa dos jovens em trabalhar no campo são igualmente factores condicionantes da evolução da agricultura portuguesa.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

O turismo é um factor muito importante na dinamização das áreas rurais porque atrai muitas pessoas.
Como sabemos a maior parte das nossas zonas rurais estão desertificadas ou porque não existes ainda as devidas condições para prender a população como escolas, hospitais, centros de cultura e lazer. Se nestas zonas se desenvolver atracões turísticas de diversas maneiras, como passeios no campo, e ecoturismo. Esta iniciativa promove assim postos de trabalho, melhora as vias de comunicação e a rede de transportes para essas áreas aumenta também.
O turismo rural pode ser um sector que leva a um desenvolvimento destas áreas rurais, facto que vai já acontecendo, mas não com a intensidade que era desejada. Estas áreas são, na maioria das vezes, constituidas por população idosa que sempre viveram ali e que não têm muitos recursos

O papel do Turismo na dinamização das áreas rurais

O turismo deveria ser um grande dinamizador das áreas rurais, visto que, como não existe divulgação não há grande afluência de pessoas.
As áreas rurais deviam ser muito valorizadas, uma vez que, são valores naturais do país, acabando por sair, assim, uma forma de investimento, podendo trazer mais poder económico ao pais, visto que os solos do nosso país tem uma enorme capacidade de florestação.
Concluindo, caso não se aposte nestas e noutras formas de dinamização do país, o conceito de turismo vai decair drasticamente.

quinta-feira, 13 de março de 2008

O futuro da agricultura portuguesa

Relativamente ao futuro da agricultura Portuguesa esta revela-se como sendo um sector que se encontra relativamente fragilizado pela fraca produção de produtos agrícolas, tanto pelo facto do decréscimo da população activa agrícola ser um valor superior á media comunitária, por não possuir maquinação avançada para ajudar na sua produtividade, como também por apresentar uma população envelhecida, por não haver capacidade financeira por parte dos agricultores e por muitas pessoas continuarem analfabetas e sem qualificação profissional.
Por outro lado, também as características de relevo acentuado, solos pobres e a fraqueza e irregularidade de precipitações não ajudam ao desenvolvimento de actividades agrícolas, contribuindo para a sua limitação. Com efeito, o futuro da agricultura Portuguesa passa sobretudo por uma modernização das técnicas e tecnologias agrícolas, tal como a formação dos agricultores e a adequação das culturas às características das explorações agrícolas.
Concluindo, só através do investimento, os agricultores vão produzir produtos de maior qualidade que possam ser competitivos nos mercados nacionais, comunitários e internacionais.

As fragilidades da Agricultura Portuguesa

A agricultura portuguesa caracteriza-se por esta possuir uma produtividade e um rendimento muito baixos. Esta situação deve-se ao predomínio de Minifúndios. Estes localizam-se onde predominam as urbanizações e a indústria, impossibilitando assim a prática agrícola de forma rentável com o uso de maquinas. Verifica-se também precipitação mais abundante, relevo mais acidentado e maior aglomerado populacional.O facto de os Minifúndios existirem onde os solos são mais férteis e de aí a densidade populacional ser muita elevada traduz-se numa fragilidade a agricultura portuguesa. Relativamente ao sul do país predominam os Latifúndios, sistema de produção Extensivo, com solos pobres, pouco férteis, em que a precipitação é escassa, relevo aplanado e clima seco. As características da população agrícola portuguesa, população agrícola envelhecida (sem ideias inovadoras), baixo nível de instrução (a maioria dos agricultores são analfabetos e não sabem ler nem escrever), falta de qualificação profissional (não têm formação profissional) e reduzida capacidade financeira (sem poder de compra para investir em máquinas) bem como as condições naturais pouco favoráveis (relevo acidentado, solos pobres, fraqueza e irregularidade das precipitações), o desajustamento das culturas ao tipo do solo, o predomínio das técnicas agrícolas tradicionais, a fraca especialização cultural (predomínio de certas culturas em determinadas áreas, de acordo com a aptidão dos solos), o predomínio dos Minifúndios são razões que explicam o baixo rendimento e a baixa produtividade agrícola do país, constituindo assim algumas das fragilidades da agricultura portuguesa. O decréscimo da população activa agrícola, o abandono da agricultura devido à emigração e ao êxodo rural e a recusa dos jovens em trabalhar no campo acabam também por ser factores condicionantes para a evolução da agricultura portuguesa.

quarta-feira, 12 de março de 2008

O Impacto da Adesão à UE no Sector Agrícola

Fazer parte da União Europeia implica que os Estados Menbros tenham de cumprir
normas Comunitárias, entre as quais destacam-se as cotas de produção agrícola impostas, que ditam para a redução da produção em massa desde a década de 80, momento em que a UE tornou-se excedentária e passou a pagar para o armazenamento dos excedentes (nomeadamente alimentos como carne bovina, leite desidratado, ovos, manteiga, cereais, etc), e também para a redução da produção em massa, por parte dos países menbros.
O facto de Portugal ter entrado tardiamente para a Comunidade Europeia (1986) e ter feito um mau aproveitamento dos fundos de apoio disponibilizados, condicionaram o desenvolvimento da agricultura do país.


O alargamento dos Estados Menbros e a reforma da PAC (que dita para a diminuição dos excedentes agrícolas, apresenta também riscos de abandono da actividade agrícola em zonas periféricas), também constituem factores prejudiciais a agricultura portuguesa, visto que implica a divisão dos fundos de apoio entre os país pertencentes a UE, o que faz com que Portugal cada vez receba menos dinheiro destinado a investir no sector agrícola, mas também que reduza a sua produção.

A, cada vez maior, preocupação da União Europeia em conservar a qualidade dos solos e do ambiente contribuem também para a redução do rendimento a da produtividade agrícola do país.
As Fragilidades da Agricultura Portuguesa

A agricultura portuguesa caracteriza-se por ter uma produtividade e um rendimento muito baixos.
Esta situação deve-se ao predomínio dos Minifúndios, sistema de produção Intensivo, que constituem um entrave ao desenvolvimento da agricultura em Portugal, sendo que estes se situam no Litoral Norte do país onde os solos são efectivamente férteis.
Os Minifúndios localizam-se onde predominam, preferencialmente, as urbanizações e a indústria, impossibilitando assim a prática agrícola rentável com o uso de máquinas. É também onde se verifica precipitação mais abundante, relevo mais acidentado e maior aglomerado populacional.
O facto de os Minifúndios existirem onde os solos são mais férteis e de aí a densidade populacional ser muita elevada traduz-se numa fragilidade a agricultura portuguesa .
No sul do país predominam os Latifúndios, sistema de produção Extensivo, com solos pobres, pouco férteis, em que a precipitação é escassa, relevo aplanado e clima seco, caracter´sticas que são desfavoráveis ao sector agrícola, mas que devido a vasta propriedade é possível a utilização e circulação de máquinas (o que é um factor positivo).

As características da população agrícola portuguesa, população agrícola envelhecida (sem ideias inovadoras), baixo nível de instrução (a maioria dos agricultores são analfabetos e não sabem ler nem escrever), falta de qualificação profissional (não têm formação profissional) e ruduzida capacidade financeira (sem poder de compra para investir em máquinas) bem como as condições naturais pouco favoráveis (relevo acidentado, solos pobres, fraqueza e irregularidade das precipitações), o desajustamento das culturas ao tipo do solo, o predomínio das técnicas agrícolas tradicionais, a fraca especialização cultural (predomínio de certas culturas em determinadas áreas, de acordo com a aptidão dos solos), o predomínio dos Minifúndios são razões que explicam o baixo rendimento e a baixa produtividade agrícola do país, constituindo assim algumas das fragilidades da agricultura portuguesa.
O decréscimo da população activa agrícola, o abandono da agricultura devido à emigração e ao êxodo rural e a recusa dos jovens em trabalhar no campo são igualmente factores condicionantes da evolução da agricultura portuguesa.

segunda-feira, 10 de março de 2008

O futuro da Agricultura Portuguesa

O futuro da agricultura portuguesa

Relativamente ao futuro da agricultura Portuguesa, na minha opinião é um sector que está essencialmente fragilizado pela fraca produção de produtos agrícolas, pelo facto do decréscimo da população activa agrícola ser um valor superior á media comunitária, por não possuir maquinação avançada para ajudar na sua produtividade, por apresentar uma população envelhecida, por não haver capacidade financeira por parte dos agricultores e por muitas pessoas continuarem analfabetas e sem qualificação profissional.
Por outro lado, também as características de relevo acentuado, solos pobres e a fraqueza e irregularidade de precipitações não ajudam ao desenvolvimento de actividades agrícolas, contribuindo para a sua limitação.
Todos estes factores assinalados são a razão porque a agricultura Portuguesa não consegue ter valores superiores á média comunitária, fazendo com que este sector precise de novas medidas com o objectivo de tentar melhorar os níveis, quer de produção, quer produtividade agrícola.
Com efeito, o futuro da agricultura Portuguesa passa necessariamente por uma modernização das técnicas e tecnologias agrícolas, bem como a formação dos agricultores e cada vez mais a adequação das culturas às características das explorações agrícolas. De facto, só através do investimento, os agricultores vão produzir produtos de maior qualidade que possam ser competitivos nos mercados nacionais, comunitários e internacionais.

O impacto da EU no sector agrícola

O impacto da EU no sector agrícola
Na minha opinião o impacte da adesão UE no sector agrícola passa pela fraca produção e elevados custos que tornam os nossos produtos agrícolas incapazes de competir no mercado comunitário, e por outro lado, o facto dos países concorrentes da União Europeia terem menos encargos financeiros e por possuírem factores de produção mais barata, como por exemplo: fertilizantes, sementes, máquinas, combustíveis etc.
Porém, outro dos impactos foi a abertura do mercado comunitário aos produtos agrícolas do Norte da África como condição da abertura da sua ZEE á frota pesqueira, e por em Portugal cerca de 60% dos rendimentos dos agricultores são ajudas directas ou indirectas da União Europeia.
Também o grande fomento por parte da comunidade á produção de produtos agrícolas através de métodos de produção biológicos, ou seja, sem qualquer utilização de fertilizantes e pesticidas químicos, pode ter impacto na agricultura portuguesa se os nossos agricultores não consigam preços que sejam competitivos com o mercado comunitário, uma vez que a procura de alimentos naturais e nutritivos é cada vez maior pelos consumidores.
Com efeito, a comunidade tem que reduzir os excedentes agrícolas, compensando os agricultores financeiramente pela sua quebra de produção, e tem que procurar diminuir as despesas com o armazenamento dos excedentes agrícolas. Esta realidade é muito visível no sector vitivinícola português.

Fragilidades da Agricultura Portuguesa

Fragilidades da Agricultura Portuguesa


Na minha opinião as fragilidades da agricultura Portuguesa estão directamente relacionadas com a abertura dos mercados comunitários e internacionais. De facto, o volume de produção dos nossos produtos agrícolas associado ao seu custo de produção, distribuição e comercialização torna os nossos produtos pouco competitivos face ao mercado global, motivo pelo qual cada vez mais os agricultores abandonam esta actividade para se dedicar a outras alternativas mais rentáveis.
Assim, podemos dizer que uma das fragilidades do panorama agrícola português é o saldo comercial negativo que existe entre as importações e exportações relativamente á maioria dos produtos agrícolas, com excepção para o sector floresta (cortiça) e o sector vitivinícola (vinho).
Por sua vez, a fraca produtividade está também relacionada com as condições naturais desfavoráveis existentes nomeadamente, os solos pobres, o relevo acidentado, predomínio de minifúndios, o que, associado a irregularidade de precipitações, desajustamento das culturas ao tipo de solos e uma fraca especialização cultural, contribuem para a falta de produtividade dos nossos produtos. Além disto, também o predomínio das técnicas tradicionais de cultivo e o pouco investimento em novas tecnologias são factor de quebras na produtividade dos produtos agrícolas.
Por outro lado, o sector agrícola português está envelhecido (a maioria dos nossos agricultores tem mais de 55 anos) e com pouca formação profissional, o que nos permite concluir que este sector necessita de pessoas novas com vontade de investir de modo a tornar rentáveis as explorações agrícolas.

O despovoamento do interior do país

As pessoas que vivem no interior do país têm tendência a sair para o litoral zona industrial em busca de trabalho e mais rendimentos provocando assim o despovoamento no interior do país, podendo este facto ser contrariado com a aplicação de novos incentivos e criando novas industrias e novos postos de trabalho contrariando o despovoamento já instalado.

• O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

O nosso país encara um nível educacional baixo sendo bastante fraca a educação existindo ainda um grande número de analfabetos em Portugal a taxa de desemprego é por este motivo e por outros muito elevada tendo tendência a aumentar pois apesar de existir cada vez mais pessoas com o nível de aprendizagem básico os outros países já mais desenvolvidos tem pessoas com capacidades de procurar e adquirir trabalho no nosso país ficando os portugueses desempregados

• O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país

Portugal está em grande declínio em aspecto de fecundidade e deste modo o futuro demográfico prevê-se negro e sendo cada vez menor a taxa de natalidade apenas se pode esperar aumentar a demografia com a vinda de emigrantes mas não existindo incentivos para a vinda de estrangeiros esta esperança torna-se nula sendo por isso um futuro pouco risonho para o nosso país.

A integração de Portugal na União Europeia

Portugal ao integra-se na União europeia teve vantagens e desvantagens, Portugal procurava adquirir os fundos comunitários e cultivar mais e melhor agricultura embora tenha sido prejudicada pois apesar de ter adquirido os fundos não os aplicou bem e deste modo ficou em desvantagem aos países fundadores que com a União Europeia e a reforma da PAC obtiveram tão óptima rentabilidade que mudaram a reforma prejudicando Portugal que não tendo aplicado bem os fundos necessitava de mais fundos, sendo a integração de Portugal na união europeia em geral desvantajosa.

A integração de Portugal na União Europeia

Portugal ao integra-se na União europeia teve vantagens e desvantagens, Portugal procurava adquirir os fundos comunitários e cultivar mais e melhor agricultura embora tenha sido prejudicada pois apesar de ter adquirido os fundos não os aplicou bem e deste modo ficou em desvantagem aos países fundadores que com a União Europeia e a reforma da PAC obtiveram tão óptima rentabilidade que mudaram a reforma prejudicando Portugal que não tendo aplicado bem os fundos necessitava de mais fundos, sendo a integração de Portugal na união europeia em geral desvantajosa.
Integração de Portugal na União Europeia



Portugal pediu formalmente a sua adesão às comunidades europeias em 1977. A 12 de Junho de 1985 é assinado o Tratado de Adesão, em Lisboa, no Mosteiro dos Jerónimos. Em 2005, no mesmo dia, no mesmo local, Portugal celebrou 20 anos de pertença à União Europeia.

O balanço dos 20 anos de adesão de Portugal à União Europeia é hoje indiscutivelmente positivo. Foram criadas condições económicas, sociais e culturais para que Portugal acedesse ao conjunto dos países mais desenvolvidos. Portugal deixou de estar condenado à periferia de uma Europa que estava em franco progresso e tornou-se mais apto a enfrentar os desafios da globalização. A democracia foi consolidada, permitindo um reforço da estabilidade e competitividade e uma melhoria das condições de vida dos cidadãos. O país tornou-se mais aberto, capaz de actuar num quadro marcado pela diversidade, alcançando uma visão cosmopolita das relações internacionais. Com a ajuda dos fundos estruturais – a maior operação de solidariedade na história de Portugal – o país foi elevado a outro nível de expansão económica, como evidencia a convergência do seu Produto Interno Bruto com a média comunitária. É certo que nem tudo foi perfeito, mas certamente da experiência acumulada retirar-se-ão as lições que permitirão aproveitar no futuro, de forma ainda mais eficiente, as oportunidades de desenvolvimento que a União Europeia proporciona. A economia portuguesa tem em curso uma mudança do seu modelo de crescimento económico (marcada por necessidades de incorporação de emprego mais qualificado) que é complexa e exigente do ponto de vista das estratégias empresariais vencedoras. Essa mudança está a ser concretizada em pleno processo de consolidação de contas públicas e dos primeiros passos em matéria de reformas estruturais. Nos últimos 20 anos, o país progrediu em termos da melhoria de indicadores de qualidade de vida e de saúde, transformou profundamente as suas condições de mobilidade/acessibilidade, reagiu favoravelmente à crescente importância do tema da sustentabilidade ambiental, alinhou positivamente nos progressos da sociedade de informação e do governo electrónico e revelou uma capacidade significativa de integração de populações etnicamente diversificadas. Por outro lado, a integração europeia propiciou condições favoráveis ao crescimento estruturado do sistema científico nacional e à sua internacionalização. Simultaneamente, em alguns domínios, observou-se uma forte e rápida convergência com a realidade europeia. Assim, no período mais recente dos 20 anos de integração europeia e depois de uma fase de vivacidade demográfica, o nível de envelhecimento da população aproximou-se da média europeia, bem como o mercado de trabalho.









Declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país

O declínio da fecundidade dos casais entre 1920 e 1960 é analisado em articulação com as saídas populacionais e as restrições à nupcialidade. Verificou-se que se encontra mais emigração antes do início do declínio da fecundidade e que a diluição das restrições à nupcialidade só acontece depois. Através de modelos económicos, confirmou-se a importância da nupcialidade e das migrações, bem como a importância da mortalidade e das transformações sócio -económicas na explicação da diversidade regional do declínio da fecundidade. Nos termos actuais, o nível de vida vêm corromper este tema, pois a criação dos bairros sociais acarreta marginalidade e violência, onde crescem jovens que acabam por renegar os estudos, contribuindo assim para o forte desemprego do país, não permitindo circunstâncias financeiras para sustentar uma família, por outro lado, as responsabilidades profissionais a tempo inteiro assim como a exuberância considerada pelas imobiliárias não permitem condições favoráveis á maternidade, por fim, a evolução e expansão do típico português que construía família cai por água quando a noite de Lisboa, constituinte de bares, discotecas, é um forte atractivo bem como a liberdade para conhecer o mundo, viajando, e as relações não estáveis, sem ter que se privar com a responsabilidade e encargos de uma família.

Este deficit espera-se que seja colmatado em parte com a emigração proveniente de países terceiros, que se tornou um importante factor nas alterações recentes da população, que cresceu consideravelmente em tamanho e importância durante a última década. Para que isso seja benéfico são necessárias políticas de integração mais positivas e uma gestão das pressões da emigração mais pro-activa.



Baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

O aumento da taxa de desemprego em Portugal consiste no baixo nível educacional dos activos, muitos apenas com instrução primária. O primeiro emprego de muitos jovens não é obtido na área de formação. Deve-se também pela elevada percentagem de contratos a prazo. Aumento dos despedimentos por falência. Aliança de empresas. Emigração para países com mão-de-obra barata e qualificada. Esta exoneração é em parte de longa duração.
As mulheres representam crescentemente a maioria do desemprego registado, quando aos homens verifica-se menos candidaturas a empregos, o que traduz uma redução do desemprego masculino.

O desemprego é mais notório na região dos Açores e Algarve.
As exigências da qualidade de vida de alguns portugueses não lhes permitem sucesso nem capacidade de frequentar o ensino escolar. Vejamos, existem regiões interiores, onde as famílias vivem da agricultura, que não possuem meios de transporte para levar as crianças ás escolas primárias. Uma vez que são regiões isoladas a distância não facilita bem como o reduzido número de crianças para frequentar as escolas, acabando estas por crescer analfabetas, nos dias que correm. Mais nas cidades, o abandono escolar por iniciativa, traduz o baixo índice de escolaridade por marginalidade, ou por carência social. As novas tecnologias, como os computadores vêm atrasar mais os pouco instruídos. Ainda as imposições dos ensinos superiores não motivam o alargamento dos estudos. Igualmente a competitividade laboral bem como as “cunhas” incapacita uns e beneficia outros.


Despovoamento do interior do país


O despovoamento do interior do país dá-se para o litoral, devido ao melhoramento de condições de vida, pois há mais oferta e variedade de empregos, como as indústrias transformadoras, comercio e serviços, e possibilidade alargada de estudos, concentração de centros de consumo e actividades financeiras e hospitais. Natalidade elevada, pela elevada percentagem de população jovem. Contudo este despovoamento nem sempre é benéfico, pois provoca diminuição da população jovem, redução da população activa e isolamento social dos idosos e o abandono das terras aráveis.
Porém existem medidas que podem inverter esta desertificação, assim como a criação de empregos na área do turismo, o aproveitamento dos produtos locais com a aplicação dos incentivos fiscais para as empresas, anunciados recentemente pelo Governo. Desenvolvimento das redes de saneamento básico e infra-estruturas de apoio à actividade empresarial e a construção de equipamentos sociais modernos de apoio à população, incentivos à formação dos jovens, das crianças, e ao aumento da taxa de natalidade

• O despovoamento do interior do país

Ocorre um despovoamento do interior do país porque no litoral existem empregos indústrias transformadores, comercio e serviços; natalidade elevada pela elevada percentagem de jovens; concentração de escolas e hospitais, equipamentos sociais e culturais; concentração de centros de consumo e actividades financeiras; elevada densidade de vias de comunicação e ausência de cidades médias no interior. Tem consequências graves este despovoamento do interior do país como a diminuição da população jovem; redução da população activa; isolamento social dos idosos e o abandono das terras cultiváveis. No entanto existem soluções para esta desertificação tais como a Valorização dos recursos endógenos e do património de modo a atrair novos habitantes; modernização das actividades económicas, particularmente dos serviços; melhoria das acessibilidades e da rede de telecomunicações; desenvolvimento das redes de saneamento básico e infra-estruturas de apoio à actividade empresarial e a construção de equipamentos sociais modernos de apoio à população.

• O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego

O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego deve se ao facto da população não ter formação, não estudam preferem trabalhar por vezes devido a motivos sociais, não tiram cursos profissionais. Como a exigência a nível profissional é elevada e existe muita competição profissional, e como os portugueses não tem formação adequada estão no desemprego

• O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país

Portugal vive hoje em dia um declínio na fecundidade, devido ao facto das pessoas estarem a ter menos filhos do que antigamente. Isto deve-se, as pessoas querem proporcionar uma vida com qualidade aos filhos. Então tem menos filhos para poderem dar tudo aos filhos, uma boa educação e conceder lhes uma vida com todas as regalias. A média de filhos que cada mulher deveria ter seria de 2.1, contudo este valor não se regista. Ou seja, as mulheres estão a ter menos filhos logo o futuro demográfico de Portugal está em risco.Com isto, vai haver menos crianças em Portugal e o pais vai continuar a envelhecer.

• A integração de Portugal na União Europeia

A integração de Portugal na união Europeia foi muito benéfica para Portugal veio trazer muitas melhorias nas condições de vida do povo português e proporcionou uma estabilidade a todos nós. Proporcionou trocas comerciais e permitiu uma dinamização a entrada e saída de pessoas de outros países sem burocracias. Através das exportações e importações entre os países que fazem parte da União Europeia. A entrada de Portugal proporcionou alguns inconvenientes como o atraso em relação aos outros países da União Europeia. Devido aos grandes fluxos de emigração faz com que estes ocupem postos de trabalhos, apesar de Portugal estar a passar um momento difícil devido ao elevado número de desemprego existente no nosso país.

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

O impacto da adesão à UE, as sucessivas reformas da PAC e a liberalização do comércio agrícola intra e extra-comunitário podem explicar a crise do sector agrícola. Entre 1990 e 1998, desapareceram mais de 30% das explorações agrícolas e 20% dos postos de trabalho. O rendimento agrícola caiu cerca de 20% desde 1997. A iniquidade na distribuição das ajudas da PAC entre países, produções e produtores agravou-se. As produções continentais – arvenses, carne bovina e leite – receberam entre 1994 e 1999 cerca de 66% das ajudas comunitárias, enquanto as três principais culturas mediterrânicas – frutas e legumes, vinho e azeite – receberam apenas 11%. Apesar das continentais representarem cerca de 38% da produção agrícola final e as mediterrânicas 25%. Por cada euro que a UE paga a um agricultor português, um irlandês recebe 9 e um francês recebe 4. Estas são algumas consequências de um modelo agrícola - que fomentou a intensificação, verticalização e concentração da produção agrícola – que as recentes crises da BSE e da febre aftosa puseram em evidência.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

A promoção do turismo como dinamização das áreas rurais no interior, por um lado pode favorecer a população do interior pois cria postos de trabalho criando mais riqueza para estas zonas dando a conhecer os poderes pacíficos das áreas rurais e a qualidade dos seus produtos. Por outro lado, é quase inexistente a população jovem pois esta muda-se toda para o litoral onde à mais trabalho e melhor qualidade de vida o que faz com que a população do interior seja maioritariamente idosa. Apesar disso, a dinamização através do turismo das áreas rurais pode ser compensador para estas zonas pois abre muitas portas para a fixação da população nelas e investirem nesses espaços.

O futuro da agricultura portuguesa

A agricultura biologica será o futuro da agricultura em Portugal.
Este tipo de agricultura pode, até, ser uma boa aposta para o futuro, uma vez que os produtos obtidos através deste método agrícola são mais caros, providenciando lucros maiores aos profissionais. Mas os riscos são também mais elevados, já que a ausência de fertilizantes químicos pode originar pragas ou deixar as culturas susceptíveis a doenças.

Por outro lado, os critérios para a atribuição de certificados de produto biológico ainda não são rigorosos, como avança Nuno Vacas, Administrativo Agrícola e estudante de Gestão Agrícola na Escola Superior Agrária de Santarém: “existem associações que certificam estes produtos, mas há rações e sementes que vêm de Espanha, e que alegadamente são biológicas. Mas o que prova que são biológicas?” A falta de critérios para a avaliação, para provar que determinado produto foi ou não cultivado utilizando este método agrícola, é ainda muito discutível.

O futuro da agricultura portuguesa

A agricultura é caracterizada pela sua população maioritariamente envelhecida e pela sua falta de modernização onde ainda se observam muitos minifúndios que também não permitem a modernização desta. É caracterizada também pela falta de formação e pela falta de jovens incentivados para investir na agricultura (especialmente na agricultura biológica).
A agricultura portuguesa se continuar por este caminho não vai ter grande futuro pois os idosos acabam por falecer e como não investimento, não à melhorias na agricultura, acabando esta como se “extinguir”.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

O turismo, o lazer, a caça e a pesca realizados de forma sustentável constituem actividades indispensáveis à viabilização dos novos modelo de desenvolvimento e de ordenamento e à conservação dos recursos naturais. Mas se é impossível promover estas actividades numa situação tão degradada dos espaços rurais e naturais e com tais ameaças, estamos, em termos de desenvolvimento, perante um círculo vicioso que é imperioso reconhecer e denunciar.Assim, os planos estratégicos de desenvolvimento sustentável destes territórios e os planos de ordenamento aos diversos níveis, inclusive de ordenamento agro-florestal, devem procurar criaras condições de valorização e de humanização da paisagem, bem como a produção de produtos agro-alimentares de qualidade necessárias o desenvolvimento destas actividades turísticas. Deverão ter prioridade as actividades que valorizem o património natural e construído que poderá potencializar o turismo, bem como o enquadramento paisagístico destes sítios e o dos seus acessos. O emprego e os rendimentos resultantes do desenvolvimento turístico são em muitos casos indispensáveis à manutenção da população indispensável às actividades de conservação do ambiente e dos recursos naturais, bem como do fomento da exploração florestal, pecuária e agrícola.

As fragilidades da agricultura portuguesa

Portugal apresenta o maior défice comercial agro-alimentar per capita da União Europeia(com excepção do Luxemburgo).Apesar disso, a proporção das ajudas agrícolas comunitárias dirigidas para Portugal é inferior ao peso da agricultura portuguesa na agricultura da UniãoEuropeia. Tal resulta quer da especificidade das características produtivas nacionais (que conduzem a uma especialização em produtos pouco apoiadospela Política Agrícola Comum) quer das limitações à produção nacional resultantes das quotas regulamentares. As quotas nacionais no conjunto das da União Europeia apresentam um peso que, com poucas excepções, são inferiores à importância da nossa agricultura.Os agricultores portugueses têm, pois, um grau de apoio ao rendimento inferiorao da média comunitária, o que associado a uma produtividade reduzida(embora superior à de vários Estados Membros), leva aos mais baixos rendimentos por unidade de trabalho da União Europeia

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

Após a adesão de Portugal à União Europeia este, fora do seu objectivo inicial, foi a modo que forçado a adoptar uma nova política agrícola. Na altura a agricultura portuguesa era caracterizada pelo seu baixo rendimento com muitos atrasos na modernização. Deste modo, as alterações foram feitas sobretudo a nível de preços de mercado e no investimento para modernizar a agricultura destinada a ajuntamentos estruturais dos processos de produção e de comercialização de produtos. Assim verificou-se uma reorientação ao nível da produção agrícola em simultâneo ao ajuntamento estrutural, o que levou a que a adesão de Portugal à UE tenha sido benéfica.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

Na minha opinião o papel do turismo na dinamização das áreas rurais tem grande importância pois impulsiona a rentabilidade das explorações. Efectivamente tornar os espaços rurais apelativos ao turismo nacional e estrangeiro é uma forma de criar riqueza que pode ser aplicada no desenvolvimento tecnológico para a produção de produtos agrícolas de maior qualidade.Por sua vez, o aproveitamento dos espaços para o turismo pode ser uma forma de compensar os agricultores face às fragilidades actualmente sentidas pela agricultora portuguesa, minimizando os prejuízos e dificuldades que têm de enfrentar.Por outro lado, o turismo também representa uma forma dos agricultores portugueses darem a conhecer a beleza que está associada á agricultura portuguesa, a qualidade dos seus produtos, constituindo assim o turismo, uma forma de promoção dos nossos produtos agrícolas.Assim, é preciso incentivar e promover o turismo associado á agricultura de forma a valorizar o sector agrícola em particular e impulsionar a sua importância no panorama económico nacional.

As fragilidades da agricultura portuguesa

A agricultura portuguesa é muito fragilizada pois é caracterizada pela sua população activa maioritariamente envelhecida com a frequente recusa da população mais jovem em trabalhar no campo. Como a população é envelhecida existe uma falta de qualificação generalizada o que provoca um baixo rendimento da agricultura pois a utilização dos solos não é devidamente explorada. Deste modo, Portugal é obrigado a ter uma forte dependência do exterior pois não é auto-suficiente.
A existência de agricultura tradicional também não é favorável pois os agricultores não tem o devido conhecimento para o melhoramento dos mesmos. A não utilização de maquinaria própria nem a introdução de novas técnicas agrícolas também são factores para a não evolução da agricultura portuguesa.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

O turismo deveria de ser um grande dinamizador das áreas rurais, pois como não são mais divulgados não há grande afluência de pessoas.
As áreas rurais deviam de ser muito valorizadas pois são valores naturais do país e saio uma forma de investimento, e podem trazer mais poder económico ao pais, visto que os solos do nosso país tem uma enorme capacidade de florestação.Caso não se aposte nestas formas de dinamização do país, o turismo vai decair drasticamente.

O futuro da agricultura portuguesa

Neste momento a agricultura Portuguesa encontra-se muito mal, pois os produtos agrícolas estão cada vez mais caros e não existem meios de produção adequada.
Deveria-se apostar mais na agricultura biológica, coisa que se faz pouco, e deveria de ser mais considerada pois como não é muito divulgada, os produtos agrícolas cultivados ainda são mais caros.
Se não se tomarem outras medidas na produção dos alimentos a agricultura vai entrar numa crise muito grande.

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

Depois de ter aderido a EU, Portugal foi obrigado a adoptar a política agrícola comum o que provocou profundas alterações socioeconómicas na agricultura portuguesa. Na altura em que Portugal aderiu a UE a agricultura portuguesa era caracterizada pela sua fraqueza e atraso estrutural o que levou desde inicio a que Portugal beneficiasse das medidas politicas de estruturas agrícolas em vigor no âmbito da PAC. Assim como consequência da integração de Portugal na EU assistiu-se a uma reorientação ao nível da produção agrícola em simultâneo ao ajuntamento estrutural.

As fragilidades da agricultura portuguesa

A agricultura Portuguesa é frágil pois os nossos agricultores, não possuem os meios necessários para que a agricultura se desenvolva, fazem o desajustamento das culturas aos tipos de solo, existe um predomínio dos minifúndios, há uma lenta modernização da agricultura e existe um predomínio da multicultura para auto-consumo, tudo isto faz com os produtos hortícolas se tornem mais caros.

domingo, 9 de março de 2008

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais vai ser muito importante porque com o aumento dos turistas nas áreas rurais vai haver uma necessidade de aumentar as infra-estruturas para o alojamento dos turistas isto leva a criação de mais postos de trabalho e a valorização das áreas rurais.
O turismo rural é uma forma de cativar os turistas a permanecerem nas aldeias trazendo assim um aumento populacional mesmo sendo temporário de habitantes nas aldeias mais remotas.

O futuro da agricultura portuguesa

O futuro da agricultura está longe de ser o melhor do mundo, até porque a população agrícola está a envelhecer a olhos vistos e com este facto não há população jovem suficiente para o inverter. Já estamos a caminhar para um aumento de capital com a implementação da agricultura biológica mas esta não é muito atractiva pois os produtos não são manipolada com químicos e demoram mais tempo para crescer e amadurecer. Sem um empanho da população mais jovem na agricultura biológica daquia alguns anos vamos ver os campos de cultivo a serem utilizados para construir habitações ou com floresta (bem a segunda hipótese não é má de toda!!).

sábado, 8 de março de 2008

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

Com a entrada de Portugal para a CEE (1957) esta foi obrigada a aderir á Política Agrícola Comum (1962), o que levou a um aumento da produção agricula tornando a CEE auto-suficiente, melhorar o nível de vida da população rural e tornar a CEE uma potência agrícola, esta adesão forçada obrigou a que os agricultores modernizassem as suas culturas e aumentassem a sua produção, mas com o mau aproveitamento de fundo comunitário tal não aconteceu porque a agricultura não se modernizou de maneira geral e não aumentou a produção para que houvesse entrada de dinheiro dos países da EU, beneficiando assim das exportações para os outros países.

As fragilidades da agricultura portuguesa

As principais fragilidades da agricultura são o desajustamento das culturas aos tipos de solo, o predomínio dos minifúndios, a lenta modernização da agricultura e o predomínio da multicultura para auto-consumo. Com tantas fragilidades a agricultura vai ser mais cara e as exportações para os outros países vão ser menores, os agricultores portugueses têm de investir numa agricultura em latifúndios, monocultura e cultivo de espécies tropicais como o Kiwi, o ananás e outros.
Impacto da adesão á EU no sector agrícola
Após a adesão d Portugal a CE em 1986 Portugal foi obrigado a adoptar a política agrícola comum (PAC) o que provocou profundas alterações socioeconómicas na agricultura portuguesa. Estas alterações advêm sobretudo da implementação da política de preços de mercados agrícolas e do elevado montante de fundos estruturais disponibilizados para apoiar a modernização da agricultura mediante investimentos públicos e privados destinados a ajuntamentos estruturais dos processos de produção e de comercialização de produtos. Na altura em que Portugal aderiu a CE a agricultura portuguesa era caracterizada pela sua fraqueza e atraso estrutural o que levou desde inicio a que Portugal beneficiasse das medidas politicas de estruturas agrícolas em vigor no âmbito da PAC. Assim como consequência da integração de Portugal na EU assistiu-se a uma reorientação ao nível da produção agrícola em simultâneo ao ajuntamento estrutural. Ou seja a adesão á EU foi positiva n só nos rendimentos provenientes mas também na evolução de produção observada
Fragilidade da agricultura portuguesa

Como sabemos a agricultura portuguesa tem bastantes fragilidades que a faz estar ainda bastante atrás das agriculturas dos restantes países europeus, uma das grandes fragilidades é o facto da maior parte do agricultores portugueses serem bastante idosos e com um nível de instrução muito baixa, assim nunca poderíamos contar com uma evolução ao nível de utilização de maquinas de novos métodos. O predomínio da agricultura tradicional ou seja a existência de latifúndios e minifúndios, o facto de não terem conhecimento da melhor cultura a ser cultivada em determinado tipo de solo, o caso do produtores n terem quantias apropriadas para uma boa aposta a nível agrícola, tudo isto são fragilidades que a agricultura não ultrapassa e que não a faz evoluir, assim cada vez mais os países europeus tem mais poder a nível agrícola e menos custos ao contrario de Portugal.
O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

As áreas rurais como estudamos e observamos são zonas onde a densidade populacional é cada vez menos e que o êxodo rural contribuiu para a desertificação de muitas áreas rurais, pois nessas zonas só se encontra população idosa, todos os jovens vão para zonas mais desenvolvidas e onde a perspectiva de vida é melhor, com o turismo em áreas rurais o êxodo rural pode diminuir com construções de zonas hoteleiras há mais emprego mais dinamismo mais desenvolvimento, e como todos sabemos o nosso pais em termos rurais é bastante rico, sobretudo ao nível da natureza, assim acho que o turismo vai sim dinamizar bastante e cada vez mais as zonas rurais, pois podemos dizer que esta cada vez mais “ na moda” passar-se ferias ou ate mesmo fins – de –semana em zonas rurais e para o descanso n há nada melhor.
Futuro da agricultura portuguesa

Na minha opinião o futuro da agricultura portuguesa é cada vez menor não só devido á população que nela trabalha que cada vez esta mais envelhecida e com menos métodos de produção como também porque os agricultores que existem no nosso pais não se modernizam não utilizam nem tem condições para utilizar maquinas e novas tecnologias, apesar de se estar a apostar na agricultura biológica se n tivermos jovens a arriscar nela n terá qualquer futuro pois os níveis de conhecimento sobre tudo o que rodeia esse tipo de agricultura ainda esta muito no inicio e o facto dos produtos dai resultantes serem muito caros também dificulta o seu desenvolvimento, assim penso que a agricultura em Portugal não esta assim muito bem.

sexta-feira, 7 de março de 2008

O impacto da adesão à UE no sector agrícola

O impacto da adesão à UE no sector agrícola foi muito negativo pois Portugal entrou muito tarde mas nao soube aproveitar os incentivos que ainda recebeu.
Porém, ainda mais significativo terá de considerar-se o facto de a situação relativa do referido indicador se ter deteriorado no decurso da primeira década de adesão de Portugal à Comunidade, na medida em que essa evolução traduz inequivocamente que o país não soube tirar partido de fundos comunitários de garantia de preços, ou de reconversão (orientação) agrícola, postos à sua disposição no âmbito da PAC. E tais recursos estão longe de ser despiciendos.
Acresce que a agricultura portuguesa também não tem sido capaz de implementar uma estratégia competitiva, conducente a uma maior autosuficiência em produtos agrícolas ou a uma melhoria da sua balança comercial agrícola.
A situação de crise em que se perpetua a agricultura portuguesa pode considerar-se um fenómeno endémico. Com agricultores, mas sem empresários, inserida na PAC mas sem estratégia, não podendo beneficar nem de uma experimentação nem de serviços de extensão com um mínimo de qualidade e relevância, a agricultura portuguesa continua a mostrar-se incapaz de se modernizar, seja em termo das culturas praticadas, das técnicas utilizadas ou dos objectivos prosseguidos.
O desenvolvimento do sector agrícola impõe-se, assim, não só numa óptica produtiva, como numa óptica social e patrimonial. Daí que seja particularmente confrangedor constatar-se, década após década, que ele permanece basicamente estacionário, não obstante todo o tipo de “choques” a que foi submetida a economia portuguesa no último quarto de século , entre os quais o decorrente da nossa adesão à Comunidade Europeia não é, seguramente, o menos relevante. Mas, mesmo este, não chegou para um verdadeiro despertar agrícola!
Falta reconhecer “que a essência do problema agrícola em Portugal reside primordialmente nas estruturas produtivas do sector, as quais, assentando numa agricultura tradicional, originam níveis de produtividade baixíssimos”. E a partir daí, tirar as necessárias implicações, entre as quais se insere a de desenhar uma estratégia susceptível de vencer a crise, tendo em conta os múltiplos factores que a determinam, mas tendo simultaneamente em mente que nem todos são igualmente importantes e que há que estabelecer prioridades.
Em resumo, continuámos nas últimas duas décadas a desperdiçar tempo e recursos, as oportunidades que nos foram dadas para procedermos à modernização e desenvolvimento da nossa agricultura. Não nos restam muitas mais!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Futuro da agricultura portuguesa

No meu ponto de vista, a agricultura portuguesa já não é um sector muito residente, quer no nosso país, quer nos restantes parceiros europeus. Futuramente, penso que não haverá grandes espaços para a prática da mesma, visto que, outros sectores vindouros ocuparão o seu lugar, apostando nesse mesmo e dando-se menos importância a este tão rudimentar.A agricultura é cada vez mais escassa e a única possibilidade que haverá desta continuar é com a adopção da agricultura biológica, mas devido ao seu tempo demorado, torna-se impossível aderir à mesma. Antigamente dependia-se bastante da agricultura, mas, hoje em dia, este não é muito relevante, como tal, irá extinguir-se rapidamente.

O papel do turismo na dinamização das áreas rurais

Como é de conhecimento de todos nós, as áreas rurais são zonas com uma fraca densidade populacional que se caracteriza mesmo por ser maioritariamente idosa. Isto devido ao facto destas áreas não se encontrarem desenvolvidas e a população jovem necessita de se localizar em áreas mais funcionais para estudar e encontrar postos de trabalho.Com isto, o turismo veio a desenvolver de certo modo as áreas rurais, uma vez que apesar de estarem pouco povoadas, são locais excelentes para o turismo, devido à paisagem, aos espaços verdes, à calma que não existe nos grandes centros urbanos no qual os turistas recorrem com grande intensidade.O turismo desenvolve de tal forma as áreas rurais, no modo em que cria postos de trabalho (quer para a construção de equipamentos e de infra-estruturas de implementação e suporte a esta actividade, quer pela manutenção da própria actividade); promove o desenvolvimento de outras actividades (serviços e alguns tipos de indústria); contribui para o encontro de culturas; projecta a cultura portuguesa no mundo; permite a troca de experiências entre as diversas populações, o que por vezes contribui para a difusão de inovações; promove o lazer; desenvolve o artesanato; promove a qualidade dos produtos da região; dinamiza as áreas pouco povoadas; contribui para a fixação de população, em especial jovem; evita o despovoamento das áreas rurais; etc.Desta forma, o turismo nas áreas rurais permite com que estas zonas não fiquem completamente despovoadas e que o nosso país se desenvolva não só nos centros urbanas, como também nas zonas menos urbanizadas.

Fragilidade da agricultura portuguesa

A agricultura é uma actividade pertencente ao sector primário e tem como objectivo a exploração de recursos do solo e satisfação das necessidades essenciais da população.Tal como nos restantes sectores económicos, a agricultura portuguesa encontra-se menos desenvolvida que a maioria dos restantes parceiros europeus.A agricultura portuguesa é confrontada com duas situações problemáticas:.Abertura do mercado português aos produtos agrícolas produzidos nos restantes países da U.E, normalmente com menor custo;.Fraca produtividade agrícola da agricultura portuguesa devido a vários factores:- Fraca mecanização;- Agricultores com fraco nível de instrução e predominantemente idosos(que faz com que haja uma menos adopção de inovações);- Predomínio da agricultura tradicional;- Estrutura fundiária dicotómica(minifúndio/latifúndio, ou seja, não há meio termo);- Culturas agrícolas pouco diversificadas, coincidindo com alguns sectores excedentes(vinha e tomate).- Há pouca e pequena capacidade de investimento;- Estamos bastante dependentes do estrangeiro (exterior).Para concluir posso dizer que a agricultura portuguesa é deficitária em termos de alguns produtos que são excedentários em termos europeus, sendo limitada a sua produção nacional, pois a definição de quotas é utilizada os últimos anos de produção.