terça-feira, 13 de maio de 2008

A degradação habitacional dos centros históricos

A degradação habitacional dos centros históricos é justificada pelo facto de no centro habitarem principalmente a população idosa e imigrantes, pois a maior parte da população mais jovem saí para os subúrbios à procura de residências a preços razoáveis, havendo assim um crescimento dos bairros clandestinos que acabam por albergar e resolver o problema de quem tem menos recursos e a câmara e o governo não se interessam por essa remodelação porque iria implicar custos elevados que essa população depois não poderia vir a pagar deixando deste modo as habitações ir caindo em desgraça naturalmente.
Concluindo, o despovoamento dos centros urbanos, as rendas antigas e a dimensão de algumas das habitações facilita a instalação de população recém-chegada e com fracos recursos económicos, por vezes, em regime de sublocação/subaluguer o que contribui cada vez mais para a degradação física dos edifícios.

A exclusão social e a insegurança dos cidadãos

A exclusão social está ligada a uma frequente insatisfação das necessidades básicas dos cidadãos, ou seja, a inexistência de algo que garante o bem-estar de alguma população.Existem vários problemas urbanos que podem levar á exclusão social e á insegurança dos cidadãos, nomeadamente o desemprego, a falta de alojamento, as carências alimentares, as minorias étnicas não legalizadas e não integradas, a privação de ordem intelectual, a insatisfação pessoal, o mal-estar individual, o stress, doenças do foro psicológico, neurológico e outras, o consumo de álcool, o consumo de drogas, a marginalidade, a delinquência e a criminalidade que tudo junto leva á exclusão, violência, mal-estar social e á insegurança.A marginalidade muitas vezes surge devido a problemas pessoais, a drogas e a álcool é feita para aqueles que são mais fracos, que menos se podem defender como os sem-abrigo que são excluídos. Tudo isto leva a que a marginalidade comprometa o direito dos outros cidadãos á segurança

Os problemas da suburbanização

Devido a vários problemas que existem nas cidades, as população e mesmo as empresas optam por se afastar do centro originando a desertificação das cidades.Esta suburbanização tem as suas vantagens, mas no entanto também apresenta as suas desvantagens. Enquanto que esta suburbanização acaba por desenvolver mais outras áreas, fazendo com que se construa outros tipos de infra-estruturas, esta suburbanização também tem os seus custos, em termos de custos ,em relação a combustível, e tráfego urbano existente durante o dia, devido à enorme quantidade de carros que se deslocam diariamente.No entanto, esta suburbanização apresenta vantagens, na medida em que devido a esta expansão acaba por se desenvolver outros sectores importantes, como os transportes permitindo uma melhor deslocação, embora estes ainda sejam um pouco precários.

A degradação habitacional dos centros historicos

Há uma degradação dos centros históricos pois as casas já são antigas e com tantos anos as estruturas já são frágeis, na maioria quem vive nestas casas são idosos para eles as rendas são baixas não havendo dinheiro suficiente para fazer remodelações , havendo também falta de civismo pelo facto das pessoas não cuidarem nem conservarem estes edifícios.Quem está interessado na degradação habitacional dos prédios são o senhorios para que o terreno estava livre e seja vendido a altos preços a normalmente a actividades terciárias já que a renda locativo no centro urbano é elevadíssima. Os jovens normalmente fogem do centro por causa das casas serem a preços elevados e não terem a qualidade de algumas casas no subúrbio que estão a preços mais razoáveis e acessíveis.

Desertificação das grandes cidades

As cidades hoje em dia estão a passar pelo grande processo de desertificação assistindo-se á enchente de gente cada vez mais acentuada nos subúrbios.As cidades enchem-se durante o dia por causa do numero elevado de gente que vai trabalhar na cidade e desertificam-se durante a noite favorecendo a criminalidade e a insegurança , mas também podemos dizer que as cidades são desertificadas pelo numero reduzido de gente que vive propriamente na cidade , grande parte das pessoas vive na periferia ou nos ditos subúrbios deslocando-se á cidade para trabalhar , fazer compras , passear entre outras coisas, a cidade não assume um papel residencial para a maioria das pessoas e isto se deve a muitos factores , ao facto das casas e dos terrenos nas cidades serem a preços elevados levando a que as pessoas procurem casas a preços mais baixos na periferia da cidade , o desenvolvimento das transportes e das vias de acesso que permite trabalhar na cidade e viver na periferia ,a degradação dos edifícios da cidade , saturação das vias de acesso á cidade, falta de estacionamento,poluição, elevado numero de actividades terciárias em fim motivos que conduzem á desertificação das cidades há muitos.A maioria dos habitantes da cidade são idosos que não têm posses monetárias para se mudarem da cidade ou tem um grande apego emocional á cidade mas também existem outros habitantes , os imigrantes recém-chegados e sem capacidades monetárias que aproveitam-se do estado de degradação e velhice que muitas casas na cidade encontram para se instalarem.Apesar de tudo a cidade continua a ser importante por mais que a maioria da população viva nos subúrbios , as áreas em redor da cidade continuam a ser politica e economicamente dependes da cidade.

Exclusão Social e insegurança dos cidadãos


Muitas das famílias que foram crescendo em bairros sociais com a ajuda de reabilitação por parte do estado, foram-se propagando, surgindo em contraste com as do centro e zonas altas da cidade. As baixas condições de vida, famílias numerosas associadas a salários reduzidos pela carência de estudos, levam a que de geração em geração o seio destes bairros não evolua, porque as pessoas se desinteressam pela escola, que lhes pode facultar melhores e diferentes níveis de vida, trocando-os pela “escola da vida”. Quando se é adolescente, num bairro social não se olha a meios para atingir os fins, as diferenças étnicas e sociais são constantes e o desfavorecido nível de vida obriga a por vezes entrar no mundo da criminalidade. A sociedade é que traça o rumo dos cidadãos, se é bom que se possam alojar muitas famílias em locais ainda não desenvolvidos, por outro, tratando-se de bairros sociais, cria-se um mundo próprio naquele subúrbio onde não é fácil resistir á instigação de não seguir as orientações dos ditos grupos que se formam nos bairros. Contudo a elevada criminalidade que sobrevoa a cidade agrava-se mais durante a noite. Assaltos premeditados, ajustes de contas e informação televisiva provocam a insegurança dos cidadãos. Foram-se criando núcleos de bairros dispersos ao longo da cidade, os quais compuseram exclusões sociais.

Degradação habitacional dos centros históricos


A degradação habitacional dos centros históricos, deve-se a um grande número de edifícios antigos. Os edifícios precisam de manutenção e os senhorios recebem rendas inferiores aos custos das obras necessárias, por sua vez os inquilinos não têm dinheiro nem querem suportar as despesas das obras. Alguns edifícios encontram-se mesmo a ruir, uns por heranças e problemas de partilhas, onde as pessoas não vendem nem investem no imóvel, não podendo o estado intervir até o edifício desmoronar. No fundo é por se tratarem de habitações que foram passando de geração em geração sem sofrer obras de recuperação que vimos prédios a derrocar em contraste com habitações modernas. Até que venha uma agência ou empresa que pretenda investir na reconstrução ou recuperação destes edifícios, estes vão-se degradando á mercê do tempo.