terça-feira, 13 de maio de 2008
A degradação habitacional dos centros históricos
Concluindo, o despovoamento dos centros urbanos, as rendas antigas e a dimensão de algumas das habitações facilita a instalação de população recém-chegada e com fracos recursos económicos, por vezes, em regime de sublocação/subaluguer o que contribui cada vez mais para a degradação física dos edifícios.
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
Os problemas da suburbanização
A degradação habitacional dos centros historicos
Desertificação das grandes cidades
Exclusão Social e insegurança dos cidadãos
Muitas das famílias que foram crescendo em bairros sociais com a ajuda de reabilitação por parte do estado, foram-se propagando, surgindo em contraste com as do centro e zonas altas da cidade. As baixas condições de vida, famílias numerosas associadas a salários reduzidos pela carência de estudos, levam a que de geração em geração o seio destes bairros não evolua, porque as pessoas se desinteressam pela escola, que lhes pode facultar melhores e diferentes níveis de vida, trocando-os pela “escola da vida”. Quando se é adolescente, num bairro social não se olha a meios para atingir os fins, as diferenças étnicas e sociais são constantes e o desfavorecido nível de vida obriga a por vezes entrar no mundo da criminalidade. A sociedade é que traça o rumo dos cidadãos, se é bom que se possam alojar muitas famílias em locais ainda não desenvolvidos, por outro, tratando-se de bairros sociais, cria-se um mundo próprio naquele subúrbio onde não é fácil resistir á instigação de não seguir as orientações dos ditos grupos que se formam nos bairros. Contudo a elevada criminalidade que sobrevoa a cidade agrava-se mais durante a noite. Assaltos premeditados, ajustes de contas e informação televisiva provocam a insegurança dos cidadãos. Foram-se criando núcleos de bairros dispersos ao longo da cidade, os quais compuseram exclusões sociais.
Degradação habitacional dos centros históricos
A degradação habitacional dos centros históricos, deve-se a um grande número de edifícios antigos. Os edifícios precisam de manutenção e os senhorios recebem rendas inferiores aos custos das obras necessárias, por sua vez os inquilinos não têm dinheiro nem querem suportar as despesas das obras. Alguns edifícios encontram-se mesmo a ruir, uns por heranças e problemas de partilhas, onde as pessoas não vendem nem investem no imóvel, não podendo o estado intervir até o edifício desmoronar. No fundo é por se tratarem de habitações que foram passando de geração em geração sem sofrer obras de recuperação que vimos prédios a derrocar em contraste com habitações modernas. Até que venha uma agência ou empresa que pretenda investir na reconstrução ou recuperação destes edifícios, estes vão-se degradando á mercê do tempo.
Desertificação das grandes Cidades
A elevada renda locativa, degradação habitacional bem como edifícios antigos, em más condições sem recurso de manutenção, o denso transito local e maior abundância de poluição sonora e ruidosa, a agravada marginalidade e situações de violência devido a desertificação nocturna em algumas ruas do centro da cidade em contraste com zonas periféricas mais serenas, que proporcionam habitações em melhores condições e mais acessíveis, com facilidade de chegada ao centro dadas as redes de transportes urbanos. O facto de algumas ruas centrais apresentarem alguma concentração do sector terciário, onde a pouca população a residir é idosa, levam a que durante a noite estes sítios se tornem desguarnecidos de população daí que se verifiquem movimentos marginais sem medidas de vigilância.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
A exclusão social sempre existiu. Na minha opinião cada vez mais está a aumentar por motivos sociais, religiosos, financeiros e culturais. As pessoas cada vez mais têm preconceitos umas das outras e isto leva a uma exclusão por parte das pessoas por possuírem níveis de vida e educações diferentes.
A insegurança é uma consequência da exclusão social, mas também não podemos esquecer as noites nocturnas que cada vez mais estão perigosas, o que leva a uma insegurança das pessoas. Os assaltos também cada vez mais acontecem. POR outro lado, nas escolas a exclusão e a insegurança estão presentes, pois cada individuo tem a sua própria educação e muitas vezes são maldosos uns para os outros. Ora isto leva a muitas crianças a ficarem de parte pois tem medo de se impor na sociedade. Estes dois problemas, hoje em dia, estão cada vez mais acentuados e é preciso começar a inverter estas situações.
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
Os problemas da suburbanização
A degradação habitacional dos centros históricos
Exclusão social e insegurança dos cidadãos
A violência, os roubos, os assassinatos, são os meios mais procurados para conseguir esse dinheiro, dinheiro este que realmente é necessário ganhar para haver um sustento. Não digo que será sempre assim, mas acontece na maioria das vezes.
E agora se virmos bem, a sociedade que rejeitou estas pessoas que há margem da lei não são cumpridoras, normalmente são as mesmas que sofrem as mazelas. Engraçado, não ?
A desertificação do interior das grandes cidades
A desertificação do interior das grandes cidades
A desertificação do interior das grandes cidades
Problemas da suburbanização
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
Os problemas da suburbunização
Os problemas suburbunização, dividem – se maioritariamente em problemas económicos e sociais.
O stress causado com a deslocação nos transportes públicos, as obras constantes que ocorrem nos subúrbios, o dinheiro que é gasto no combustível para exercer uma deslocação de casa para o trabalho, e o corte orçamental ue isso causa a uma família. Estes basicamente são os problemas que podem ser causados pela suburbunização.
A exclusao social e a insegurança dos cidadãos.
Antigamente quando se falava de exclusão, pensavamos logo em racismos ou a nível de diferenças na religião e cultura. Porem com o passar do tempo começou a surgir a exclusão social. As pessoas já não são excluídas pela sua cor ou pela sua região mas sim pelo seu nível de escolaridade, local onde vive ou pelo trabalho que desempenha. Penso que estes critérios são completamente desumanos e fazem com que as pessoas se sintam inúteis e excluídas perante a sociedade tomando por vezes atitudes para que as pessoas que tem um bom trabalho e uma boa casa pensem que não se pode julgar as pessoas pelo sitio onde vivem ou pelo trabalho que fazem.
Muitas vezes as pessoas que moram em bairros de lata ou bairros sociais, sem as conhecer metemos logo um rotulo como sendo por exemplo problemáticos ou burras. Isto é uma ideia completamente errada. Uma pessoa que mora num bairro social não tem necessariamente de ser problemática. Tanto há pessoas problemáticas nos bairros sociais como em condomínios fechados. As pessoas que moram em condomínios não tem de ser necessariamente inteligentes assim como as do bairro social não tem de ser burras.
Isto é a exclusão social que existe no nosso pais e penso que deveríamos mudar a nossa maneira de pensar para minimizarmos esta exclusão social que faz com que as pessoas se sintam excluídas, tristes e desmotivadas.
A degradação habitacional dos centros históricos
Já é mais que sabido, que habitacionalmente, os centros históricos não oferecem qualquer tipo de condições aos seus residentes. É certo que embora tenha havido uma reestruturação dos edifícios, também é certo que essa remodelação apenas foi feita para fins comerciais, ou para instalação de escritórios, deixando as residências numa degradação lamentável.
Embora esta situação devesse mudar, a câmara não quer actuar, uma vez que os residentes destes edifícios, são pessoas de idade mais avançada, e que se recusam a sair das suas residências, tanto pelo factor monetário, tanto pelo factor afectivo. Desta feita preferem esperar, e fazer a remodelação de acordo com os seus interesses.
Assim, a situação continuará durante algum tempo, e estas condições degradantes, permanecerão. Culpa da câmara, que não quer investir nos seus residentes e eleitores, ou culpa destes que continuam a querer travar uma “guerra”, que poderia ser evitada com uma mudança de residência. É uma discussão que poderia levar imenso tempo e da qual nunca se chegaria a uma conclusão, e assim a situação continua. Viva Portugal…
Desertificação do interior das cidades.
A população migratória, abrange violentamente a faixa etária mais jovem, que por sua vez procuram nestas áreas metropolitanas, outro tipo de actividades que muitas vezes estão muito pouco desenvolvidas no interior, havendo ainda uma predominância do sector primário, do qual se torna imensas vezes difícil de trazer uma qualidade de vida merecida mediante o esforço que é feito para realizar trabalhos neste tipo de actividade.
Como tal, mediante esta insuficiência de actividades industriais e comerciais, e na deficiência de apoios na área da agricultura, continua e tende para piorar a situação no interior, aumentando desta feita as percentagens da desertificação.
Os problemas da suburbanização
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
Os problemas da suburbanização
Este tipo de suburbanização revela-se como não sendo benéfica para o país visto que faz com que as cidades se tornem cada vez mais populosas, facto que se deve ao excesso de pessoas que se vai deslocando para o litoral, deixando o interior desertificado.
Este excesso de população no litoral, denominada de litoralização, revela-se muito prejudicial para a agricultura, uma vez que é no litoral que se encontram os terrenos mais férteis, e onde apenas deveriam ter produções agrícolas em vez de grandes edifícios que apenas trazem problemas de impermeabilização do solo.
Desertificação das grandes cidades
A desertificação nocturna e durante o fim-de-semana nas grandes cidades, traz problemas graves para a sociedade, como insegurança dos moradores, aumento da criminalidade e roubos frequentes.
A elevada renda locativa leva a que as famílias saíam do centro e vão para a periferia fixando-se aí as actividades terciárias que cresceram muito no centro, o que faz com o centro esteja cheio de pessoas durante o dia mas a noite esta vazio porque as pessoas vão para suas casas que ficam muito longe do centro, porque na periferia as rendas são mais baratas e as casas são novas a apresentam melhores condições.
Na minha opinião cada vez mais a desertificação do interior das cidades é maior porque o custo habitacional é elevado, as rendas locativas são mais baixas na periferia. Por outro lado, o congestionamento nas cidades é muito elevado, o que leva a uma menor qualidade de vida, mas também a noite nas grandes cidades, cada vez mais perigosas, o que leva a um descontentamento e a uma insegurança por parte da população. Porém as actividades terciárias cada vez mais, estão a desenvolver-se no interior das cidades com o objectivo de torná-las mais evoluídas. Também o desenvolvimento dos transportes é uma vantagem para quem vive na periferia, pois é mais barato deslocarem-se por transportes públicos para as grandes cidades do que deslocarem-se com o seu veículo. Assim não gastam muito dinheiro com as despesas do transporte e possibilitam uma melhor qualidade de vida. Cada vez mais as grandes cidades estão a ficar escuras e poluídas principalmente com o grande uso dos transportes, com que faz com que as pessoas procurem ar menos poluído e com mais espaços verdes.
Concluindo é necessário investir no desenvolvimento no interior das cidades com o objectivo de as desenvolver possibilitando á população outras soluções de qualidade de vida, e por outro lado ficar com um país tudo desenvolvido deixando as urbanizações do interior dependentes das cidades.
Os problemas da suburbanização
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
A degradação habitacional dos centros históricos
A desertificação das cidades
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
A igualdade é assim um factor que deve sempre prevalecer no governo de um pais, visto que somos todos iguais e, como tal, temos todos o direito à qualidade de vida.
A degradação habitacional dos centros históricos
Os problemas da suburbanização
Quando se fala em suburbanização existem vários problemas associados resultantes desse factor. Um dos problemas e talvez na minha opinião, um dos principais são o grande aumento das cidades das áreas metropolitanas (principalmente da Área metropolitana de Lisboa), que estão cada vez mais cheias, cada vez com mais pessoas, que trazem consigo uma serie de necessidades básicas com por exemplo necessidades de saneamento básico, distribuição de electricidade e água.
Outro dos problemas que se verifica com a suburbanização é o facto de como há muitas pessoas a quererem levar o seu veículo privado (carro) para o centro da cidade (local onde trabalham), o que faz com que existam muitas filas de transito de muitas horas, que se torna ainda pior nas horas de ponta, e visto que estamos em ambiente causa cada vez mais poluição. A população para evitar esse grande congestionamento sai cada vez maia cedo de casa, e chega cada vez mais tarde passando pouco tempo no locar de residência e passando pouco tempo com a família.
Para tentar minimizar este problema penso que devia haver um equilíbrio a nível de construções e ordenamento do território, de forma a fazer com que a população da periferia não precise de se deslocar para o centro da cidade para trabalhar. Se os postos de trabalho se desenvolvem se perto da zona de residência como acontece no centro de Lisboa já« não se verificava tanto este problema.
Penso que as cidades de media dimensão espalhadas por todo o pais equipadas com todos os bens necessários a uma vida boa e com todas as necessidades que uma população exige também seria uma boa solução.
A desertificação do interior das grandes cidades
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
Os problemas da suburbanização
Os problemas da suburbanização
A degradação habitacional dos centros históricos
• A degradação habitacional dos centros históricos
A degradação Habitacional dos centros históricos.
Portugal tem grandes problemas a nível habitacional nos centros históricos, e cada vez mais se verifica essa situação.
A população que reside nos centros históricos é sobretudo população idosa sem recursos e sem meios fazendo que a reabilitação dos prédios seja muito difícil, pois não há ninguém que os queria reabilitar e os senhorios também não tem dinheiro para fazer.
O facto de serem zonas históricas e consequentemente antigas por onde passaram várias gerações também contribui para que esteja degradado mas rico em termos de valor.
Penso que se o centro histórico fosse reabilitado ou restaurado a população mais jovem poderia vir a escolher o centro da cidade como local de habitação com boas condições de vida.
Penso que esta degradação também contribui cada vez mais que os edifícios dêem lugar a actividades do sector terciário, na medida em que como a população em geral não tem dinheiro para pagar o arrendamento das casas, as empresas arrendam esse espaço para uso próprio.
A Desertificação do interior das grandes cidades
A desertificação salienta-se, essencialmente, no centro histórico da cidade, uma vez que o estado debilitado dos edifícios, a falta de actividades nocturnas e o maior comercio terciário esta a expandir-se no centro, ou seja, a vida na periferia é muito mais acessível para a população jovem que não é possuidora de muito capital e como tal é na periferia que esses casais se instalam.
O desenvolvimento da rede de transporte possibilita o desenvolvimento da periferia e contribuindo, assim, para a desertificação do interior das cidades. Concluindo, deve haver preocupação em desenvolver projectos para a melhoraria deste grande problema que existe no interior das grandes cidades.
• A desertificação do interior das grandes cidades
domingo, 11 de maio de 2008
A desertificação do interior das cidades é cada vez maior nos dias de hoje, um dos principais factores é o facto da renda locativa e a compra das casas na periferia serem mais baixo, o congestionamento n é tão elevado na periferia e muitas vezes a qualidade de vida passa a ser também melhor. O facto do centro histórico da cidade estar a ficar deserto tem também a ver com o estado debilitado dos edifícios, a falta de actividades nocturnas e cada vês mais o comercio terciário esta a expandir se no centro. Ou seja a vida na periferia é mais acessível para a população mais jovem que n possui muito capital e então n iniciam a sua vida no centro mas sim na periferia. O desenvolvimento da rede de transporte possibilita também o desenvolvimento da periferia e contribui para a desertificação do interior das cidades. Assim devem preocupar se em desenvolver projectos para melhorar este problema no interior das grandes cidades
Em Portugal é cada vez mais visível a exclusão social já não é só na cor na religião na cultura mas também no nível de escolaridade, o local onde vive o trabalho que realiza , hoje em dia são vários os factores de exclusão social este pais esta cada vez mais critico e cruel. Tudo isto só poderia levar á insegurança dos cidadãos pois com a desigualdade existente nos dias de hoje também as pessoas se revoltam e muitas vezes cometem erros para tentar demonstrar que esta sociedade tem de mudar e lotar cada vez mais para uma igualdade e não sermos um pais onde cada vez mais há mais ricos muito ricos e pobres muito pobres temos os extremos e isso faz com que a exclusão se evidencie mais e onde a selecção é cada vez mais fácil deixando para trás os mais necessitados e os mais desfavorecidos sem oportunidade de um dia poder evoluir. Assim penso que Portugal deve pensar mais na igualdade.
A suburbanização é descentrar tanto a população como as grandes actividades económicas para o espaço rural de forma a obter menos congestionamentos nas grandes cidades e assim uma melhor qualidade de vida. Porem a suburbanização tem alguns problemas como:
A rede de transportes ainda não está totalmente desenvolvida na ligação com a cidade o que dificulta o deslocamento nomeadamente para o trabalho, há falhas na distribuição de bens básicos como a electricidade, telefone e água e também as casas estarem localizadas perto de algumas industriada. Há também uma Falta de infra-estruturas e serviços necessários à população nos espaços rurais o que dificulta o quotidiano da população, pois a maioria desta população necessita de ir à cidade para fazer a maior parte da sua vida, o que leva a que as famílias tenham um peso no seu orçamento devido ao elevado custo da gasolina que têm que gastar nas suas deslocações e também o tempo gasto nessas viagens, estas são apenas alguns dos problemas que a suburbanização tem, e talvez por isso a sua evolução n tem sido maior.
Em Portugal a degradação habitacional dos centros históricos é cada vez mais visível e problemática. A população residente nos centros históricos é população idosa e sem meios de poder pagar a sua reabilitação por parte dos senhorios, pois as rendas que pagam são bastante baixas o que dificulta a sua reabilitação. Assim se o centro histórico fosse reabilitado e restaurado a população jovem iria escolher o centro para morar e as condições de vida seriam também melhores. Outro dos principais factores que faz com que o centro esteja degradado é o facto de serem na maioria das vezes as zonas mais antigas das cidades onde diversas gerações e épocas passaram o que faz dela rica historicamente porem degradada.
A Exclusão Social e a Insegurança dos Cidadãos
A exclusão social consiste em por de parte, detreminado grupo, quer seja pela faixa etária, pela classe/posição social, pela cultura ou raça.
Isto é o que se observa no CBD das grandes cidades em que durante o dia verifica-se uma intensa circulação de pessoas e de veículos automóveis, pois é aí onde se concentram maioritariamente as empresas, as indústrias, os serviços e as actividades terciárias altamente lucrativas, fazendo as pessoas deslocarem-se para lá em serviço mas durante a noite este espaço torna-se desértico.
Para esta desertificação contribui o facto de no CBD a Renda Locativa ser elevada, levando as famílias jovens a procurar a periferia da cidade para residerem, a poluição ambiental e sonora e a crescente acupação do espaço pelas actividades terciárias.
Este abandono nocturno dos grandes centros é propício a criminalidade, promovendo assim a insegurança de que é alvo a população idosa e caranciada aí residente, que assim é excluida pelo resto da cidade.
Algumas das possíveis soluções para reverter esta situação reside em fazer o aproveitamento do centro da cidade para actividades culturais e desportivas diversificadas, instalação de esplanadas ao ar livre, aproveitando o clima ameno.
• A degradação habitacional dos centros históricos
A degradação habitacional dos centros históricos nomeadamente de Lisboa e do Porto, tem vindo a aumentar nos últimos anos, devido ao facto de apenas serem pessoas idosas a viverem nesses prédios.
O que faz com que haja pouco investimento por parte dos arrendatários visto que os inquilinos não possuem muito dinheiro e a renda que pagam é muito baixa, facto também que se deve á falta de apoio por pare do estado, visto que esses empreendimentos são de interesse da cidade por serem históricos deveriam de ser mais apoiados.
• Os problemas da suburbanização
Esta suburbanização não é benéfica para o país pois, faz com que as cidades se tornem cada vez mais populosas, facto este que se deve ao excesso de pessoas que se vai deslocando para o litoral, deixando o interior desertificado.
Este excesso de pessoas no litoral (litoralização), são muito prejudiciais para a agricultura, pois é no litoral que se encontram os terrenos mais férteis, e onde apenas deveriam ter produções agrícolas em vez de grandes edifícios que apenas trazem problemas de impermeabilização do próprio solo.
• A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
A exclusão social chega a ser um grande problema do nosso país, pois temos casos destes praticamente todos os dias, de pessoas que foram agredidas, injustiçadas e até mortas por motivos discriminatórios, mas vale lembrar que isto é crime, e que apesar de haver penas e multas para estes actos, nada é feito, e isso causa uma grande insegurança nas pessoas pois estas nunca sabem quando é que vão ser agredidas, maltratadas, e ate mesmo mortas.
Se nada for feito para parar estas “ondas” de agressões, o nosso país vai tornar-se cada vez mais violento e inseguro.
Os Problemas da Suburbanização
A Suburbanização é o movimento de desconcentração urbana em que o espaço rural é progressiva e sistematicamente invadido pelas construções habitacionais, pela indústria e outras actividades económicas que lhe conferem um carácter urbanizado.
Processo de crescimento das cidades para for a dos seus limites expandindo-se, verifica-se a descentralização de pessoas, de indústrias e serviços das áreas centrais da cidade para a periferia, levando a expansão/crescimento dos subúrbios. Os subúrbios tomam frequentemente uma forma tentacular pois a expansão urbana faze-se ao longo dos principais eixos de acesso à cidade.
Para a expansão dos subúrbios contribuem factores tais como o Desenvolvimento dos transportes e das vias de comunicação que permitem a separação entre os lugares de trabalho e os de residência; o uso crescente do automóvel particular que possibilita maior diversificação na escolha do lugar de residência; a crescente intensidade do trânsito automóvel e degradação do ambiente no interior do espaço urbano; a carência e alto custo da habitação nas cidades procurando os jovens casais residência na periferia da cidade e finalmente a abundância de terrenos a baixo custo nos subúrbios que facilita a instalação de actividades económicas exigentes em espaço (indústria, armazéns e grandes superfícies comerciais).
O processo de Suburbanização pode ser benéfico pois possibilita o descongestionamento dos grandes centros urbanos, o desenvolvimento/crescimento dos subúrbios aumentando o seu poder competitivo com todas as vantagens que daí advêm. Mas nem tudo são vantagens, verificam-se também muitas consequências negativas como é o caso dos Custos Económicos e Sociais, traduzindo-se nos problemas da suburbanização, sendo estes os intensos movimentos pendulares diários pelo facto de os subúrbios residenciais constituírem grandes reservatórios de mão-de-obra absorvida pela cidade; o enorme desperdício de tempo, fadiga e nervosismo provocados pela deslocação em transporte público e particular; o elevado consumo de combustível despesa com o transporte, que representa uma importante fatia do orçamento familiar; a frequente ruptura das redes de saneamento básico, electricidade, telefone por falta de planeamento; a ausência de emprego e equipamentos socio-culturais mínimos, promovendo formas de habitação que favorecem a violência e a marginalidade e por último a destruição de solos agrícolas férteis que no passado desempenhavam importante papel no abastecimento de produtos frescos à população citadina.
A Degradação Habitacional dos Centros Históricos
Em Portugal várias cidades têm os seus centros históricos e zonas antigas em acentuado estado de degradação habitacional, sendo a sua reabilitação indispensável para garantir melhores condições de habitação às populações carenciadas que aí vivem e permitir fixar as populações aí existentes melhorando as suas condições de vida, atraindo também outras pessoas de fora.
Tal situação verifica-se devido a idade dos edifícios que são muito antigos, mas também porque estas regiões são principalmente habitadas por pessoas idosas carenciadas que já aí vivem há muitos anos e pagam rendas muito baixas, impossibilitando assim a execução de obras por parte dos senhorios, que esperam pelo desmoronamento dos mesmos para obter lucros e vender os terrenos a preços elevados.
Estas condições em que se encontram a maioria das habitações nos centros da cidade são favoráveis a insegurança habitacional e por isso necessitam de ser submetidas a uma Reabilitação Urbana que consiste no melhoramento das condições físicas internas e externas dos imóveis, com manutenção do uso e do estatuto dos residentes e actividades neles instaladas.
A Desertificação do Interior das Grandes Cidades
Um dos fenómenos mais actuais e preocupantes com que hoje em dia se debatem os grandes centros urbanos é a crescente desertificação habitacional dos respectivos centros históricos. As famílias iniciam o seu êxodo para as zonas limítrofes das metrópoles, em busca de residências modernas e a custos mais reduzidos. Este facto tem uma maior predominância entre os mais jovens, uma vez que o poder de compra mais reduzido (dado encontrarem-se em início de carreiras) e a inexistência de oferta de habitação nestas zonas são factores que os levam a optar por esta deslocação.
Para esta desertificação contribue também, para além dos aspectos já citados, a grande degradação habitacional de que os grandes centros são alvo devido a idade dos edifícios que na sua maioria são muito antigos e não têm obras há muito tempo, pois principalmente são habitados por pessoas idosas (que por motivos financeiros ou afectivos não se sentem atraídos as moradias modernas) que pagam rendas muito baixas e os senhorios não têm dinheiro para realizar obras, esperando que os edifícios desmoronem para obter lucros e vender os terrenos a preços elevados.
A Renda Locativa elevada (faz com que só as actividades terciárias autamente lucrativas sejam capazes de as suportar) leva as famílias jovens a recorrer à periferia das cidades para residirem, a crescente ocupação do centro pelas actividades terciárias, o desenvolvimento dos transportes urbanos e suburbanos, a dificuldade de circulação devido aos congestionamento de trânsito e falta de estacionamento, a poluição sonora e atmosférica constituem igualmente factores favoráveis a desertificação no centro das cidades.
A desertificação (nocturna) tem muitas consequências negativas uma das quais facilitar a criminalidade e instalar a insegurança nestas regiões.
sábado, 10 de maio de 2008
A exclusão social e a insegurança dos cidadãos
Em suma acho que o governo deveria tomar mais atenção as desigualdades sociais presentes nas cidades para podermos viver seguros nas cidades e em nossas casas.
Os problemas da suburbanização
Na periferia esta a ocorrer um crescimento no sentido centrifugo porque as pessoas, as industrias e serviços vão sair do interior da cidade para os subúrbios fazendo-se a expansão do interior para o exterior da cidade.
Em suma acho que para evitar estes problemas tem que se tomar medidas que levam a que as pessoas não passem horas para fazer a distância entre o trabalho e casa.
A degradação habitacional dos centros históricos
Concluindo os prédios de Lisboa têm de ser tratados com mais atenção porque corre-se o risco de prédios com elevado património histórico acabarem
A desertificação do interior das grandes cidades
O desenvolvimento dos transportes urbanos e suburbanos é um factor muito importante para a desertificação do centro porque a população que vivia no centro estava em casas em más condições muito degradadas, assim com o desenvolvimento destes transportes as pessoas puderam ir morar na periferias com melhores condições de vida e podem chegar rapidamente ao trabalho que fica no centro da cidade não necessitando de morar perto do emprego.
A degradação das habitações antigas leva também a que a população saía do centro porque ninguém gosta de viver em casas degradadas só vivendo no centro pessoas idosas e os imigrantes que vêem para o nosso país que não tendo dinheiro para uma casa nova têm de ficar em casas degradadas porque têm uma renda baixa.
A dificuldade de circulação devido aos congestionamentos de trânsito e falta de estacionamento é outro facto importante, este problema tem-se agravado cada vez mais, e as pessoas trazem o carro próprio para a cidade em vez de usar os transportes públicos o que faz com que a cidade fique caótica, no caos do estacionamento o cada vez mais difícil arranjar lugar no centro da cidade onde deixar o carro e também não há espaço para se construir parques de estacionamento neste locais.
A poluição sonora e atmosférica e um dos graves problemas do centro da cidade porque devido a forte circulação automóvel existe uma poluição sonora e atmosféricas por isso as pessoas querem ter uma boa qualidade de vida e por isso evitam viver no centro da cidade.
Em suma estes são os factores que levam as pessoas a deixarem de viver no centro da cidade.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
A desertificação
Os centros das grandes cidades estão a desertificar-se para a periferia que oferece casas maiores e mais baratas. Em Portugal há grandes indicies de abandono das regiões (principalmente do interior do país) por parte das populações devido a razões de evolução dos modelos sociais e económicos. È também um problema de ordenamento do território que concentra os grandes hospitais, as melhores escolas, professores, centros de lazer, cinemas, e o sector terciário nas grandes cidades, esquecendo as pequenas cidades desertificadas e sem incentivo para ser habitada, sem meios e sem condições, sendo o natureza o principal aspecto positivo. E penso que esse aspecto podia ser desenvolvido de modo a minimizar a desertificação, desenvolvendo projectos de ecoturismo, passeios turísticos ambientais.Portugal encontra-se entre os 3 países mais desertificados da Europa. Porem a desertificação não se explica só por factores físicos. Os problemas socioeconómicos, que afastam as pessoas do interior para as cidades do litoral, deixam as terras ao abandono e indefesas perante os incêndios que devoram centenas de hectares e provocam forte erosão nos solos.A desertificação pode também estar subjacente em factores como a susceptibilidade natural de algumas regiões, aliada ao mau uso do solo, também os incêndios e reflorestações mal conduzidas. A seca severa é mais um elemento a contribuir para um retrato pouco animador. Para resolver este problema podemos desenvolver projectos que de passam essencialmente pela actividade agrícola, florestal e imobiliária.
A desertificação das cidades
Isto está a acontecer devido ao facto das rendas locativas estarem muito altas, assim como as rendas dos prédios; também os terrenos para construção também se estão a tornar mais caros, e isso obriga as pessoas a mudarem-se para locais onde possam suportar os custos nessa determinada área onde vão viver.
Suburbanização
Desertificação das cidades
Degradação habitacional
Exclusão social
Carências alimentares;
Desemprego;
Elevada criminalidade;
Consumo de álcool;
Consumo de drogas;
Existência de elevada marginalidade;
Privação das classes intelectuais;
Falta de alojamento;
Existência de minorias étnicas não legalizadas;
Mau-estar individual;
Insatisfação pessoal
sábado, 15 de março de 2008
O papel do turismo na dinamização das áreas rurais
Os turistas procuram o turismo rural, pois é uma forma de estarem mais perto da natureza e desfrutar dos prazer que ela lhes oferece, sendo que estas áreas são nitidamente mais procuradas por turistas citadinos que procuram desfrutar daquilo que não existe nos seus países, deste modo compreende-se que é esta ruralidade que os cativa.
Com o desenvolvimento do turismo temos que promover o desenvolvimento de hotéis, estradas, sendo que tal promoverá a criação de mais postos de trabalho, assim, o turismo contribuirá para o desenvolvimento de uma área do nosso país que está em dificuldades e onde há cada vez menos habitantes, logo ao dinamizarmos essas mesmas áreas devido consegue-se a fixação das populações, porque lhes estamos a proporcionar postos de trabalho e melhores condições de vida.
Em suma a dinamização do turismo rural permite a evolução de certas áreas menos desenvolvidas, permitindo também a evolução da economia o que condiciona uma rentabilização deste tipo de áreas, por conseguinte o turismo deve também constituir uma das apostas de futuro, sendo que Portugal pode desenvolver cidades e concelhos menos sofisticados promovendo-se assim a formação de um país mais equilibrado a todos os níveis.
O futuro da agricultura portuguesa
Por outro lado, devemos apostar na especialização cultural que potencia o sector agrícola, sendo que o uso do solo significa também a simplificação das unidades de produção, com o abandono da preocupação exagerada da policultura e o aumento do grau de especialização produtiva, pelo menos nas médias e grandes explorações. Esta forma de agricultura proporciona o aumento dos rendimentos e da produtividade, com a consequente redução dos custos de produção, pois tal exige uma menor diversidade de equipamentos e se simplificam as operações culturais.
Em Portugal devemos também pensar numa outra área de futuro que passa pela introdução de novas culturas que não existam no nosso continente, na medida em que são as culturas de maior aceitação nos mercados internacionais e de maior procura no mercado nacional, sendo que o país dispõe das condições ambientais óptimas para o desenvolvimento destas novas culturas. São exemplos destas novas culturas o kiwi, o espargo, a banana, a papaia, a goiaba, o abacate e o maracujá, sendo que existem zonas do país nas quais cada uma destas culturas se pode desenvolver da melhor forma.
A organização da agricultura portuguesa passa pelo empenho e cooperação do associativismo e das cooperativas, uma vez que são uma forma de potenciar o sector agrícola devido a ter uma organização económica destinada a conseguir, por meio da colaboração e do esforço comum dos seus membros, maiores vantagens económicas do que aquelas que se obteriam actuando isoladamente. Assim, o papel das cooperativas contribui e muito para o desenvolvimento da agricultura e consequente modernização.
O desenvolvimento do sector florestal pode ser o grande investimento nos próximos anos porque é fortemente apoiado pela União Europeia, quer a nível de maquinaria, quer a nível de dinheiro que irão colocar à disposição do país. A União Europeia apoia a plantação de floresta em solos pobres porque assim contribui-se para a manutenção da agricultura e por conseguinte para a redução dos excedentes agrícolas, sendo que tal é um dos objectivos anunciados pela União Europeia.
Portugal tem 3.2 milhões de hectares de floresta sendo que ainda tem condições quer geográficas, quer climáticas para crescer até aos 5 milhões de hectares por isso eu penso que devemos apostar na florestação em Portugal, porém existe uma desvantagem que pode ser determinante neste processo que se relaciona com o tempo que a floresta demora a crescer.
A agricultura biológica também pode ser uma grande fonte de investimento tendo inúmeras vantagens, mas também algumas desvantagens. Esta agricultura é um método de produção agrícola que exclui totalmente a utilização de fertilizantes e pesticidas químicos. Deste modo, temos como vantagens o facto de obtermos alimentos com elevada qualidade nutritiva, o melhoramento e conservação da fertilidade dos solos e a eliminação de todas as formas de poluição agrícola. Contudo, existem dificuldades de implementação da agricultura biológica que resultam do elevado nível de conhecimentos que os produtores necessitam de ter e sobretudo do baixo rendimento agrícola que torna estes produtos excessivamente caros. Concluindo, o futuro da agricultura esta dependente dos jovens que queiram apostar nela e da introdução de máquinas que permitem o desenvolvimento e uma maior produtividade dos terrenos agrícolas.
O impacto da adesão à UE no sector agrícola
A agricultura portuguesa está em recessão devido às medidas impostas pela nova PAC que faz com que Portugal não se desenvolva a nível agrícola. Os outros países da U.E. têm uma mentalidade para o progresso da sua agricultura, logo esta é bem mais desenvolvida e como tal as cotas de mercado destes países são elevadas, contribuindo para a formação de excedentes agrícolas. Os incentivos comunitários para o desenvolvimento da agricultura não foram aplicados para esse fim o que leva a que não haja um desenvolvimento da agricultura portuguesa, fazendo com que esta não seja significante nas contas de produtos da união europeia. Portugal ficou limitado na sua produção agrícola devido às cotas impostas pela U.E e quando não se cumpre essas cotas elas são passadas para outros países que produzam mais e produtos mais diversificados.
Em suma, a adesão de Portugal à U.E não foi benéfica, na medida em que entramos na união numa altura em que se reuniam esforços para promover a diminuição dos excedentes, sendo que tal veio contra aos interesses nacionais que visavam o aumento da produção. Assim, se a nossa agricultura era pobre e fraca ficou-o ainda mais, sendo que a entrada de Portugal na U.E. veio contribuir com um grande passo atrás no que diz respeito ao nosso desenvolvimento agrícola.
As fragilidades da agricultura portuguesa
Para além das fragilidades apontadas anteriormente existem outras, sendo que do meu ponto de vista a maior está relacionada com o nível de instrução e os conhecimentos que os agricultores têm actualmente, na medida em que esta é a mais limitativa de todos, na medida em que a ausência de ideias inovadoras a agricultura fica condicionada e menos competitiva.
É certo que as fragilidades são imensas, porém cabe ao governo fazer algo que possa contrariar as evidências da triste condição em que se encontra a actual agricultura Portuguesa, assim o governo deve actuar de forma a promover uma maior quantidade de incentivos para que a agricultura ganhe novo fôlego e novo impulso para que Portugal não perca cota de mercado para outros países da U.E.
Em suma, penso que o nosso país tem muitas potencialidades para desenvolver outro tipo de agricultura, uma vez que dispomos de um clima favorável para a plantação de outro tipo de culturas que não as tradicionais, penso também que o governo devia formar agricultores modernos para desenvolver a agricultura, na medida em que o país é um dos principais ganhadores, pois quanto mais produtos o nosso país exportar maior vai ser o PIB, e com uma agricultura auto-suficiente para o país só se têm vantagens porque não ficamos a depender de outros países. Assim, para tornar a nossa agricultura portuguesa competitiva é necessário erradicar todas as fragilidades actualmente existentes, pois só desta forma conseguiremos tornar o nosso país mais forte em termos de exportação e consequentemente em termos económicos.
o futuro da agricultura portuguesa
Cada vez são menos as pessoas que trabalham na agricultura, pois hoje em dia é uma actividade pouco lucrativa com baixos rendimentos e também um mau aproveitamento dos solos férteis. Ouve também um abandono das terras e um dos factores principais para a agricultura não ser uma actividade que de lucro é o facto de a maior parte da população que trabalha os campos serem idosos.
Nós temos uma dependência muito grande do estrangeiro a nível agrícola, o que a torna cada vez mais numa actividade pobre de baixo rendimentos e baixa produtividade.
Acima de tudo devem ser criadas medidas de mudança que promovam o desenvolvimento e uma agricultura mais moderna, mais rentável e produtiva, por exemplo criando terrenos agrícolas de grande dimensão, com solos férteis que permitam mecanização em vez de mão humana, em que em conjunto com os factores naturais se pratique uma boa agricultura.
Dar instrução qualificada a todos os agricultores, substituir a agricultura tradicional por uma moderna, resolvendo e fazendo acordos para um futuro melhor da agricultura e do pais são as medidas principais que se devem tomar para o MELHOR FUTURO AGRICULA.
Turismo
O Turismo é encarado como sendo um factor dinamizador das zonas rurais porque é uma actividade económica e como tal ajuda a fixar população nestas zonas, fornecendo-lhes emprego e outro tipo de actividades que daí podem adivr.
O Turismo ecológico com actividades de lazer, pesca e caça realizadas de forma sustentável, e desportos realizados na natureza é uma forma de reabilitação paisagística destas áreas e de promover a integração de pessoas de variadas proveniências e faixas etárias, e com essas actividades torna-se necessário o surgimento de instituições tais como escolas/universidades, hospitais, serviços, entre outras, dinamizando assim as zonas rurais.
O emprego e os rendimentos resultantes do desenvolvimento turístico são em muitos casos indispensáveis à manutenção da população indispensável às actividades de conservação do ambiente e dos Recursos Naturais, bem como do fomento da Exploração Florestal, Pecuária e Agrícola.
O Futuro
Este é um assunto devereas importante e incerto.
O futuro da Agricultura Portuguesa está dependente de variados factores e corre sérios riscos. É necessário tomar medidas urgentes e efcicientes, caso contrário este Futuro estará posto em causa.
A agricultura portuguesa vive actualmente períodos de muitas incertezas e de profundo desânimo que precisa ser ultrapassado. Para este facto contribuiu muito a entrada (tardia) de Portugal para a União Europeia, que passa a cumprir, tal como os outros Menbros, cotas incrementadas pela Comunidade.
A medida que o tempo passa são cada vez menos as pessoas que trabalham no sector agrícola devido essescialmente ao êxodo rural (a população abandona o Interior e concentra-se no Litoral), a emigração (interna e externa) e o abandono das terras limitando-se este trabalho essescialmente a população idosa nas zonas rurais.
Em Portugal a agricultura é encarada como sendo uma actividade de pobres e empobrecedora, pois os rendimentos e a produtividade são demasiados baixos, não sendo a agricultura uma actividade rentável. Para inverter esta situação a agricultura tem de ser encarada como qualquer outra actividade ecnómica, é necessário haver iniciativa das pessoas (jovens) com formação e dispostas a trabalhar e a investir na actividade. É preciso manter a qualidade de produção adaptando as culturas agrícolas ao tipo de solo, cultivar produtos com grande aceitação nos mercados externos (como por exemplo o espargo, o kiwi, a banana, a papaia, a goiaba, o abacate, o maracujá, entre outros), produzir de modo a tornar-se auto-suficientes (diminuindo a dependencia em relação ao exterior) e investir também no sector florestal que pode e deve ser uma alternativa aos agricultores portugueses. O Governo tem também de entrar nesta causa ocupando a sua posição, aplicando políticas agrícolas e investindo na área.
Devem ser criadas as condições favoráveis ao desenvolvimento de uma Agricultura Moderna e rentável, como criar terrenos agrícolas de grandes dimensões (Latifúndios, possibilitando a mecanização) situados em solos aráveis, em que os factores naturais (clima, precipitação, solos e relevo) são acessíveis.
Para que a agricultura se torne numa actividade economicamente viável deve-se, entre outras coisas, substituir a Agricultura Tradicional pela Moderna, recorrer a especialização cultural, torná-la numa organização comercial eficiente (atenta aos problemas de preços, de acondicionamento dos produtos e do seu rápido transporte) e optar em produtos muito procurados/consumidos (interna e externamente).
Por todas as razões enumeradas o Futuro da Agricultura Portuguesa depende não só da população rural mas também do contributo de pessoas e fora destas zonas, dispostas a investir na área.
sexta-feira, 14 de março de 2008
O impacto da adesão à UE no sector agrícola
Isto só sucedeu devido á implementação da politica de preços de mercado e do elevado montante de fundos estruturais que foram disponibilizados para apoiar a modernização agrícola através de investimentos públicos e privados que foram destinados a fazer os ajustamentos estruturais dos processos de produção e comercialização de produtos.
Na altura em que Portugal aderiu a CE a agricultura portuguesa era fraca em todos os sentidos o que fez com que beneficiasse-mos bastantes com esta politica.
As fragilidades da agricultura Portuguesa.
A nossa agricultura em termos de produtividade tem um rendimento muito baixo, e isto deve-se ao facto de no norte do pais haver um predomínio de minifúndios (propriedades de pequena dimensão) em que existe um sistemas Intensivo de produção e este destina-se a ao próprio consumo e não para o mercado. Porem isto constitui um entrave ao desenvolvimento pois os solos são férteis e são mal aproveitados.
Os Minifúndios localizam-se onde predominam, preferencialmente, as urbanizações e a indústria, impossibilitando assim a prática agrícola rentável com o uso de máquinas. É também onde se verifica precipitação mais abundante, relevo mais acidentado e maior aglomerado populacional.
A população agrícola portuguesa também constitui um entrave para mesma na medida em que é uma população duplamente envelhecida sem instrução, analfabeta, e sem conhecimentos muito elevados sobre agricultura., pois plantam aquilo que os seus antepassados já cultivavam.
Outro factor muito importante é que é uma agricultura tradicional e por isso não há máquinas mas sim mão humana o que é muito pouco rentável.
O decréscimo da população activa agrícola, o abandono da agricultura devido à emigração e ao êxodo rural e a recusa dos jovens em trabalhar no campo são igualmente factores condicionantes da evolução da agricultura portuguesa.
O papel do turismo na dinamização das áreas rurais.
O turismo é um factor muito importante na dinamização das áreas rurais porque atrai muitas pessoas.
Como sabemos a maior parte das nossas zonas rurais estão desertificadas ou porque não existes ainda as devidas condições para prender a população como escolas, hospitais, centros de cultura e lazer. Se nestas zonas se desenvolver atracões turísticas de diversas maneiras, como passeios no campo, e ecoturismo. Esta iniciativa promove assim postos de trabalho, melhora as vias de comunicação e a rede de transportes para essas áreas aumenta também.
O turismo rural pode ser um sector que leva a um desenvolvimento destas áreas rurais, facto que vai já acontecendo, mas não com a intensidade que era desejada. Estas áreas são, na maioria das vezes, constituidas por população idosa que sempre viveram ali e que não têm muitos recursos
O papel do Turismo na dinamização das áreas rurais
quinta-feira, 13 de março de 2008
O futuro da agricultura portuguesa
As fragilidades da Agricultura Portuguesa
quarta-feira, 12 de março de 2008
Fazer parte da União Europeia implica que os Estados Menbros tenham de cumprir
normas Comunitárias, entre as quais destacam-se as cotas de produção agrícola impostas, que ditam para a redução da produção em massa desde a década de 80, momento em que a UE tornou-se excedentária e passou a pagar para o armazenamento dos excedentes (nomeadamente alimentos como carne bovina, leite desidratado, ovos, manteiga, cereais, etc), e também para a redução da produção em massa, por parte dos países menbros.
O facto de Portugal ter entrado tardiamente para a Comunidade Europeia (1986) e ter feito um mau aproveitamento dos fundos de apoio disponibilizados, condicionaram o desenvolvimento da agricultura do país.
O alargamento dos Estados Menbros e a reforma da PAC (que dita para a diminuição dos excedentes agrícolas, apresenta também riscos de abandono da actividade agrícola em zonas periféricas), também constituem factores prejudiciais a agricultura portuguesa, visto que implica a divisão dos fundos de apoio entre os país pertencentes a UE, o que faz com que Portugal cada vez receba menos dinheiro destinado a investir no sector agrícola, mas também que reduza a sua produção.
A, cada vez maior, preocupação da União Europeia em conservar a qualidade dos solos e do ambiente contribuem também para a redução do rendimento a da produtividade agrícola do país.
A agricultura portuguesa caracteriza-se por ter uma produtividade e um rendimento muito baixos.
Esta situação deve-se ao predomínio dos Minifúndios, sistema de produção Intensivo, que constituem um entrave ao desenvolvimento da agricultura em Portugal, sendo que estes se situam no Litoral Norte do país onde os solos são efectivamente férteis.
Os Minifúndios localizam-se onde predominam, preferencialmente, as urbanizações e a indústria, impossibilitando assim a prática agrícola rentável com o uso de máquinas. É também onde se verifica precipitação mais abundante, relevo mais acidentado e maior aglomerado populacional.
O facto de os Minifúndios existirem onde os solos são mais férteis e de aí a densidade populacional ser muita elevada traduz-se numa fragilidade a agricultura portuguesa .
No sul do país predominam os Latifúndios, sistema de produção Extensivo, com solos pobres, pouco férteis, em que a precipitação é escassa, relevo aplanado e clima seco, caracter´sticas que são desfavoráveis ao sector agrícola, mas que devido a vasta propriedade é possível a utilização e circulação de máquinas (o que é um factor positivo).
As características da população agrícola portuguesa, população agrícola envelhecida (sem ideias inovadoras), baixo nível de instrução (a maioria dos agricultores são analfabetos e não sabem ler nem escrever), falta de qualificação profissional (não têm formação profissional) e ruduzida capacidade financeira (sem poder de compra para investir em máquinas) bem como as condições naturais pouco favoráveis (relevo acidentado, solos pobres, fraqueza e irregularidade das precipitações), o desajustamento das culturas ao tipo do solo, o predomínio das técnicas agrícolas tradicionais, a fraca especialização cultural (predomínio de certas culturas em determinadas áreas, de acordo com a aptidão dos solos), o predomínio dos Minifúndios são razões que explicam o baixo rendimento e a baixa produtividade agrícola do país, constituindo assim algumas das fragilidades da agricultura portuguesa.
O decréscimo da população activa agrícola, o abandono da agricultura devido à emigração e ao êxodo rural e a recusa dos jovens em trabalhar no campo são igualmente factores condicionantes da evolução da agricultura portuguesa.
segunda-feira, 10 de março de 2008
O futuro da Agricultura Portuguesa
Relativamente ao futuro da agricultura Portuguesa, na minha opinião é um sector que está essencialmente fragilizado pela fraca produção de produtos agrícolas, pelo facto do decréscimo da população activa agrícola ser um valor superior á media comunitária, por não possuir maquinação avançada para ajudar na sua produtividade, por apresentar uma população envelhecida, por não haver capacidade financeira por parte dos agricultores e por muitas pessoas continuarem analfabetas e sem qualificação profissional.
Por outro lado, também as características de relevo acentuado, solos pobres e a fraqueza e irregularidade de precipitações não ajudam ao desenvolvimento de actividades agrícolas, contribuindo para a sua limitação.
Todos estes factores assinalados são a razão porque a agricultura Portuguesa não consegue ter valores superiores á média comunitária, fazendo com que este sector precise de novas medidas com o objectivo de tentar melhorar os níveis, quer de produção, quer produtividade agrícola.
Com efeito, o futuro da agricultura Portuguesa passa necessariamente por uma modernização das técnicas e tecnologias agrícolas, bem como a formação dos agricultores e cada vez mais a adequação das culturas às características das explorações agrícolas. De facto, só através do investimento, os agricultores vão produzir produtos de maior qualidade que possam ser competitivos nos mercados nacionais, comunitários e internacionais.
O impacto da EU no sector agrícola
Na minha opinião o impacte da adesão UE no sector agrícola passa pela fraca produção e elevados custos que tornam os nossos produtos agrícolas incapazes de competir no mercado comunitário, e por outro lado, o facto dos países concorrentes da União Europeia terem menos encargos financeiros e por possuírem factores de produção mais barata, como por exemplo: fertilizantes, sementes, máquinas, combustíveis etc.
Porém, outro dos impactos foi a abertura do mercado comunitário aos produtos agrícolas do Norte da África como condição da abertura da sua ZEE á frota pesqueira, e por em Portugal cerca de 60% dos rendimentos dos agricultores são ajudas directas ou indirectas da União Europeia.
Também o grande fomento por parte da comunidade á produção de produtos agrícolas através de métodos de produção biológicos, ou seja, sem qualquer utilização de fertilizantes e pesticidas químicos, pode ter impacto na agricultura portuguesa se os nossos agricultores não consigam preços que sejam competitivos com o mercado comunitário, uma vez que a procura de alimentos naturais e nutritivos é cada vez maior pelos consumidores.
Com efeito, a comunidade tem que reduzir os excedentes agrícolas, compensando os agricultores financeiramente pela sua quebra de produção, e tem que procurar diminuir as despesas com o armazenamento dos excedentes agrícolas. Esta realidade é muito visível no sector vitivinícola português.
Fragilidades da Agricultura Portuguesa
Na minha opinião as fragilidades da agricultura Portuguesa estão directamente relacionadas com a abertura dos mercados comunitários e internacionais. De facto, o volume de produção dos nossos produtos agrícolas associado ao seu custo de produção, distribuição e comercialização torna os nossos produtos pouco competitivos face ao mercado global, motivo pelo qual cada vez mais os agricultores abandonam esta actividade para se dedicar a outras alternativas mais rentáveis.
Assim, podemos dizer que uma das fragilidades do panorama agrícola português é o saldo comercial negativo que existe entre as importações e exportações relativamente á maioria dos produtos agrícolas, com excepção para o sector floresta (cortiça) e o sector vitivinícola (vinho).
Por sua vez, a fraca produtividade está também relacionada com as condições naturais desfavoráveis existentes nomeadamente, os solos pobres, o relevo acidentado, predomínio de minifúndios, o que, associado a irregularidade de precipitações, desajustamento das culturas ao tipo de solos e uma fraca especialização cultural, contribuem para a falta de produtividade dos nossos produtos. Além disto, também o predomínio das técnicas tradicionais de cultivo e o pouco investimento em novas tecnologias são factor de quebras na produtividade dos produtos agrícolas.
Por outro lado, o sector agrícola português está envelhecido (a maioria dos nossos agricultores tem mais de 55 anos) e com pouca formação profissional, o que nos permite concluir que este sector necessita de pessoas novas com vontade de investir de modo a tornar rentáveis as explorações agrícolas.
O despovoamento do interior do país
• O baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego
• O declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país
A integração de Portugal na União Europeia
A integração de Portugal na União Europeia
Portugal pediu formalmente a sua adesão às comunidades europeias em 1977. A 12 de Junho de 1985 é assinado o Tratado de Adesão, em Lisboa, no Mosteiro dos Jerónimos. Em 2005, no mesmo dia, no mesmo local, Portugal celebrou 20 anos de pertença à União Europeia.
O balanço dos 20 anos de adesão de Portugal à União Europeia é hoje indiscutivelmente positivo. Foram criadas condições económicas, sociais e culturais para que Portugal acedesse ao conjunto dos países mais desenvolvidos. Portugal deixou de estar condenado à periferia de uma Europa que estava em franco progresso e tornou-se mais apto a enfrentar os desafios da globalização. A democracia foi consolidada, permitindo um reforço da estabilidade e competitividade e uma melhoria das condições de vida dos cidadãos. O país tornou-se mais aberto, capaz de actuar num quadro marcado pela diversidade, alcançando uma visão cosmopolita das relações internacionais. Com a ajuda dos fundos estruturais – a maior operação de solidariedade na história de Portugal – o país foi elevado a outro nível de expansão económica, como evidencia a convergência do seu Produto Interno Bruto com a média comunitária. É certo que nem tudo foi perfeito, mas certamente da experiência acumulada retirar-se-ão as lições que permitirão aproveitar no futuro, de forma ainda mais eficiente, as oportunidades de desenvolvimento que a União Europeia proporciona. A economia portuguesa tem em curso uma mudança do seu modelo de crescimento económico (marcada por necessidades de incorporação de emprego mais qualificado) que é complexa e exigente do ponto de vista das estratégias empresariais vencedoras. Essa mudança está a ser concretizada em pleno processo de consolidação de contas públicas e dos primeiros passos em matéria de reformas estruturais. Nos últimos 20 anos, o país progrediu em termos da melhoria de indicadores de qualidade de vida e de saúde, transformou profundamente as suas condições de mobilidade/acessibilidade, reagiu favoravelmente à crescente importância do tema da sustentabilidade ambiental, alinhou positivamente nos progressos da sociedade de informação e do governo electrónico e revelou uma capacidade significativa de integração de populações etnicamente diversificadas. Por outro lado, a integração europeia propiciou condições favoráveis ao crescimento estruturado do sistema científico nacional e à sua internacionalização. Simultaneamente, em alguns domínios, observou-se uma forte e rápida convergência com a realidade europeia. Assim, no período mais recente dos 20 anos de integração europeia e depois de uma fase de vivacidade demográfica, o nível de envelhecimento da população aproximou-se da média europeia, bem como o mercado de trabalho.
Declínio da fecundidade e o futuro demográfico do país
O declínio da fecundidade dos casais entre 1920 e 1960 é analisado em articulação com as saídas populacionais e as restrições à nupcialidade. Verificou-se que se encontra mais emigração antes do início do declínio da fecundidade e que a diluição das restrições à nupcialidade só acontece depois. Através de modelos económicos, confirmou-se a importância da nupcialidade e das migrações, bem como a importância da mortalidade e das transformações sócio -económicas na explicação da diversidade regional do declínio da fecundidade. Nos termos actuais, o nível de vida vêm corromper este tema, pois a criação dos bairros sociais acarreta marginalidade e violência, onde crescem jovens que acabam por renegar os estudos, contribuindo assim para o forte desemprego do país, não permitindo circunstâncias financeiras para sustentar uma família, por outro lado, as responsabilidades profissionais a tempo inteiro assim como a exuberância considerada pelas imobiliárias não permitem condições favoráveis á maternidade, por fim, a evolução e expansão do típico português que construía família cai por água quando a noite de Lisboa, constituinte de bares, discotecas, é um forte atractivo bem como a liberdade para conhecer o mundo, viajando, e as relações não estáveis, sem ter que se privar com a responsabilidade e encargos de uma família.
Este deficit espera-se que seja colmatado em parte com a emigração proveniente de países terceiros, que se tornou um importante factor nas alterações recentes da população, que cresceu consideravelmente em tamanho e importância durante a última década. Para que isso seja benéfico são necessárias políticas de integração mais positivas e uma gestão das pressões da emigração mais pro-activa.
Baixo nível educacional e o aumento da taxa de desemprego
O aumento da taxa de desemprego em Portugal consiste no baixo nível educacional dos activos, muitos apenas com instrução primária. O primeiro emprego de muitos jovens não é obtido na área de formação. Deve-se também pela elevada percentagem de contratos a prazo. Aumento dos despedimentos por falência. Aliança de empresas. Emigração para países com mão-de-obra barata e qualificada. Esta exoneração é em parte de longa duração.
As mulheres representam crescentemente a maioria do desemprego registado, quando aos homens verifica-se menos candidaturas a empregos, o que traduz uma redução do desemprego masculino.
O desemprego é mais notório na região dos Açores e Algarve.
As exigências da qualidade de vida de alguns portugueses não lhes permitem sucesso nem capacidade de frequentar o ensino escolar. Vejamos, existem regiões interiores, onde as famílias vivem da agricultura, que não possuem meios de transporte para levar as crianças ás escolas primárias. Uma vez que são regiões isoladas a distância não facilita bem como o reduzido número de crianças para frequentar as escolas, acabando estas por crescer analfabetas, nos dias que correm. Mais nas cidades, o abandono escolar por iniciativa, traduz o baixo índice de escolaridade por marginalidade, ou por carência social. As novas tecnologias, como os computadores vêm atrasar mais os pouco instruídos. Ainda as imposições dos ensinos superiores não motivam o alargamento dos estudos. Igualmente a competitividade laboral bem como as “cunhas” incapacita uns e beneficia outros.
Despovoamento do interior do país
O despovoamento do interior do país dá-se para o litoral, devido ao melhoramento de condições de vida, pois há mais oferta e variedade de empregos, como as indústrias transformadoras, comercio e serviços, e possibilidade alargada de estudos, concentração de centros de consumo e actividades financeiras e hospitais. Natalidade elevada, pela elevada percentagem de população jovem. Contudo este despovoamento nem sempre é benéfico, pois provoca diminuição da população jovem, redução da população activa e isolamento social dos idosos e o abandono das terras aráveis.
Porém existem medidas que podem inverter esta desertificação, assim como a criação de empregos na área do turismo, o aproveitamento dos produtos locais com a aplicação dos incentivos fiscais para as empresas, anunciados recentemente pelo Governo. Desenvolvimento das redes de saneamento básico e infra-estruturas de apoio à actividade empresarial e a construção de equipamentos sociais modernos de apoio à população, incentivos à formação dos jovens, das crianças, e ao aumento da taxa de natalidade