O impacto da EU no sector agrícola
Na minha opinião o impacte da adesão UE no sector agrícola passa pela fraca produção e elevados custos que tornam os nossos produtos agrícolas incapazes de competir no mercado comunitário, e por outro lado, o facto dos países concorrentes da União Europeia terem menos encargos financeiros e por possuírem factores de produção mais barata, como por exemplo: fertilizantes, sementes, máquinas, combustíveis etc.
Porém, outro dos impactos foi a abertura do mercado comunitário aos produtos agrícolas do Norte da África como condição da abertura da sua ZEE á frota pesqueira, e por em Portugal cerca de 60% dos rendimentos dos agricultores são ajudas directas ou indirectas da União Europeia.
Também o grande fomento por parte da comunidade á produção de produtos agrícolas através de métodos de produção biológicos, ou seja, sem qualquer utilização de fertilizantes e pesticidas químicos, pode ter impacto na agricultura portuguesa se os nossos agricultores não consigam preços que sejam competitivos com o mercado comunitário, uma vez que a procura de alimentos naturais e nutritivos é cada vez maior pelos consumidores.
Com efeito, a comunidade tem que reduzir os excedentes agrícolas, compensando os agricultores financeiramente pela sua quebra de produção, e tem que procurar diminuir as despesas com o armazenamento dos excedentes agrícolas. Esta realidade é muito visível no sector vitivinícola português.
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