O Impacto da Adesão à UE no Sector Agrícola
Fazer parte da União Europeia implica que os Estados Menbros tenham de cumprir
normas Comunitárias, entre as quais destacam-se as cotas de produção agrícola impostas, que ditam para a redução da produção em massa desde a década de 80, momento em que a UE tornou-se excedentária e passou a pagar para o armazenamento dos excedentes (nomeadamente alimentos como carne bovina, leite desidratado, ovos, manteiga, cereais, etc), e também para a redução da produção em massa, por parte dos países menbros.
O facto de Portugal ter entrado tardiamente para a Comunidade Europeia (1986) e ter feito um mau aproveitamento dos fundos de apoio disponibilizados, condicionaram o desenvolvimento da agricultura do país.
O alargamento dos Estados Menbros e a reforma da PAC (que dita para a diminuição dos excedentes agrícolas, apresenta também riscos de abandono da actividade agrícola em zonas periféricas), também constituem factores prejudiciais a agricultura portuguesa, visto que implica a divisão dos fundos de apoio entre os país pertencentes a UE, o que faz com que Portugal cada vez receba menos dinheiro destinado a investir no sector agrícola, mas também que reduza a sua produção.
A, cada vez maior, preocupação da União Europeia em conservar a qualidade dos solos e do ambiente contribuem também para a redução do rendimento a da produtividade agrícola do país.
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