As fragilidades da agricultura portuguesa
A agricultura portuguesa é uma das menos desenvolvidas da U.E, apresentando muitas fragilidades que impedem o seu desenvolvimento. Uma dessas fragilidades está relacionada com o tipo de sistemas de produção agrícola existentes, que em Portugal são minifúndios e latifúndios. Com um elevado número de minifúndios a nossa agricultura não desenvolve, pois não se consegue utilizar máquinas para trabalhar o solo e por conseguinte para promover a sua rentabilização. A dimensão e estrutura das explorações agrícolas são pequenas comparativamente a outras dos diferentes países da U.E que apresentam uma dimensão média de 8.1 ha. Assim, as minúsculas explorações e o pequeno número de latifúndios condicionam e muito o desenvolvimento da agricultura.
Para além das fragilidades apontadas anteriormente existem outras, sendo que do meu ponto de vista a maior está relacionada com o nível de instrução e os conhecimentos que os agricultores têm actualmente, na medida em que esta é a mais limitativa de todos, na medida em que a ausência de ideias inovadoras a agricultura fica condicionada e menos competitiva.
É certo que as fragilidades são imensas, porém cabe ao governo fazer algo que possa contrariar as evidências da triste condição em que se encontra a actual agricultura Portuguesa, assim o governo deve actuar de forma a promover uma maior quantidade de incentivos para que a agricultura ganhe novo fôlego e novo impulso para que Portugal não perca cota de mercado para outros países da U.E.
Em suma, penso que o nosso país tem muitas potencialidades para desenvolver outro tipo de agricultura, uma vez que dispomos de um clima favorável para a plantação de outro tipo de culturas que não as tradicionais, penso também que o governo devia formar agricultores modernos para desenvolver a agricultura, na medida em que o país é um dos principais ganhadores, pois quanto mais produtos o nosso país exportar maior vai ser o PIB, e com uma agricultura auto-suficiente para o país só se têm vantagens porque não ficamos a depender de outros países. Assim, para tornar a nossa agricultura portuguesa competitiva é necessário erradicar todas as fragilidades actualmente existentes, pois só desta forma conseguiremos tornar o nosso país mais forte em termos de exportação e consequentemente em termos económicos.
Para além das fragilidades apontadas anteriormente existem outras, sendo que do meu ponto de vista a maior está relacionada com o nível de instrução e os conhecimentos que os agricultores têm actualmente, na medida em que esta é a mais limitativa de todos, na medida em que a ausência de ideias inovadoras a agricultura fica condicionada e menos competitiva.
É certo que as fragilidades são imensas, porém cabe ao governo fazer algo que possa contrariar as evidências da triste condição em que se encontra a actual agricultura Portuguesa, assim o governo deve actuar de forma a promover uma maior quantidade de incentivos para que a agricultura ganhe novo fôlego e novo impulso para que Portugal não perca cota de mercado para outros países da U.E.
Em suma, penso que o nosso país tem muitas potencialidades para desenvolver outro tipo de agricultura, uma vez que dispomos de um clima favorável para a plantação de outro tipo de culturas que não as tradicionais, penso também que o governo devia formar agricultores modernos para desenvolver a agricultura, na medida em que o país é um dos principais ganhadores, pois quanto mais produtos o nosso país exportar maior vai ser o PIB, e com uma agricultura auto-suficiente para o país só se têm vantagens porque não ficamos a depender de outros países. Assim, para tornar a nossa agricultura portuguesa competitiva é necessário erradicar todas as fragilidades actualmente existentes, pois só desta forma conseguiremos tornar o nosso país mais forte em termos de exportação e consequentemente em termos económicos.
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