A agricultura portuguesa é muito fragilizada pois é caracterizada pela sua população activa maioritariamente envelhecida com a frequente recusa da população mais jovem em trabalhar no campo. Como a população é envelhecida existe uma falta de qualificação generalizada o que provoca um baixo rendimento da agricultura pois a utilização dos solos não é devidamente explorada. Deste modo, Portugal é obrigado a ter uma forte dependência do exterior pois não é auto-suficiente.
A existência de agricultura tradicional também não é favorável pois os agricultores não tem o devido conhecimento para o melhoramento dos mesmos. A não utilização de maquinaria própria nem a introdução de novas técnicas agrícolas também são factores para a não evolução da agricultura portuguesa.
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