terça-feira, 13 de maio de 2008
Exclusão Social e insegurança dos cidadãos
Muitas das famílias que foram crescendo em bairros sociais com a ajuda de reabilitação por parte do estado, foram-se propagando, surgindo em contraste com as do centro e zonas altas da cidade. As baixas condições de vida, famílias numerosas associadas a salários reduzidos pela carência de estudos, levam a que de geração em geração o seio destes bairros não evolua, porque as pessoas se desinteressam pela escola, que lhes pode facultar melhores e diferentes níveis de vida, trocando-os pela “escola da vida”. Quando se é adolescente, num bairro social não se olha a meios para atingir os fins, as diferenças étnicas e sociais são constantes e o desfavorecido nível de vida obriga a por vezes entrar no mundo da criminalidade. A sociedade é que traça o rumo dos cidadãos, se é bom que se possam alojar muitas famílias em locais ainda não desenvolvidos, por outro, tratando-se de bairros sociais, cria-se um mundo próprio naquele subúrbio onde não é fácil resistir á instigação de não seguir as orientações dos ditos grupos que se formam nos bairros. Contudo a elevada criminalidade que sobrevoa a cidade agrava-se mais durante a noite. Assaltos premeditados, ajustes de contas e informação televisiva provocam a insegurança dos cidadãos. Foram-se criando núcleos de bairros dispersos ao longo da cidade, os quais compuseram exclusões sociais.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
2 comentários:
Gostei bastante do comentário da Andreia, ela consegui fazer passar bem a sua mensagem, não só referindo os problemas existenciais das zonas problemáticas, mas também as consequências que dai derivam.
gostei do teu comentario.... fala de todos os aspectos....
Enviar um comentário