Em 1980, Portugal ainda era considerado um país com fecundidade elevada no espaço europeu, registando valores que lhe permitia assegurar a substituição das gerações. No entanto, ao nível regional o País evidenciava uma fecundidade diferenciada, particularmente entre o norte e o sul, o continente e as ilhas. Apesar de se tratar de um país pequeno, Portugal apresentou historicamente diferenças consistentes no que respeita à dispersão regional das taxas de fecundidade. O norte e as ilhas, tradicionalmente mais fecundos, contrastavam com o sul, onde o declínio já se vinha acentuando há alguns anos. O rápido declínio da fecundidade portuguesa, a partir dos anos oitenta, ficou a dever-se a uma alteração de comportamentos ao nível regional, mostrando as regiões com fecundidade mais elevada uma velocidade de declínio superior e, em poucos anos, as diferenças parecem ter-se esbatido em todo o espaço português.
O declinio da fecundidade pode trazer grandes consequencias no futuro pois vao observar-se menos jovens, sendo estes a populacao activa que se vai reduzindo tendo tendencia para que os impostos aumentem fazendo pressao sobre a seguranca social e reduzindo as reformas com consequencias do aumento da idade da reforma.
No futuro vai observar-se uma maior desertificacao no nosso pais, nao so no interior mas podendo comecar a chegar ao litoral.
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