terça-feira, 15 de janeiro de 2008

opiniao sobre o declinio da fecundidade e o futuro demografico do pais

No início do século XXI, Portugal pertence ao conjunto de países que apresentam os mais baixos níveis de fecundidade na Europa. Actualmente, as consequências da manutenção de uma fecundidade tão baixa, são não só demográficas, mas também sócio-económicas, e têm vindo a despertar um interesse cada vez maior no que respeita ao conhecimento dos comportamentos de fecundidade, suas causas e provável evolução futura.
Em 1980, Portugal ainda era considerado um país com fecundidade elevada no espaço europeu, registando valores que lhe permitia assegurar a substituição das gerações. No entanto, ao nível regional o País evidenciava uma fecundidade diferenciada, particularmente entre o norte e o sul, o continente e as ilhas. Apesar de se tratar de um país pequeno, Portugal apresentou historicamente diferenças consistentes no que respeita à dispersão regional das taxas de fecundidade. O norte e as ilhas, tradicionalmente mais fecundos, contrastavam com o sul, onde o declínio já se vinha acentuando há alguns anos. O rápido declínio da fecundidade portuguesa, a partir dos anos oitenta, ficou a dever-se a uma alteração de comportamentos ao nível regional, mostrando as regiões com fecundidade mais elevada uma velocidade de declínio superior e, em poucos anos, as diferenças parecem ter-se esbatido em todo o espaço português.
O declinio da fecundidade pode trazer grandes consequencias no futuro pois vao observar-se menos jovens, sendo estes a populacao activa que se vai reduzindo tendo tendencia para que os impostos aumentem fazendo pressao sobre a seguranca social e reduzindo as reformas com consequencias do aumento da idade da reforma.

No futuro vai observar-se uma maior desertificacao no nosso pais, nao so no interior mas podendo comecar a chegar ao litoral.

Sem comentários: